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Micro Influencers

Você conhece o PewDiePie?

Ricardo Braga

Publicado

em

Este é o nome do canal com maior número de assinantes no Youtube feito por um sueco – o Pew DiePie (nome artístico) – que produz vídeos em casa.

O legal deste canal do Felix Arvid Ulf Kjellberg, que é o nome verdadeiro dele, são os comentários humorados sobre seus games preferidos. O canal conta com aproximadamente 11 bilhões de visualizações e mais de 41 milhões de assinantes. Em contra partida, a Red Bull, com um orçamento US$ 2 bilhões anuais com marketing de conteúdo de marca, possui 4,9 milhões de assinantes no seu canal do Youtube.

O professor Douglas Holt, da Harvard University, explica estes números a partir do fenômeno que ele batizou como Crowdcullture. De acordo como ele, as empresas que não entenderem este fenômeno vão continuar usando conteúdo de mídia de massa reembalado como um conceito digital. E, obviamente, se surpreendendo com o resultado dos inovadores e baratos “PewDiePies”.

A 140 é a agência digital de produção de conteúdos para sites, blogs e Redes Sociais da Art Presse, empresa de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa.

(Dados retirados do artigo “Branding na era da mídia digital”, de Douglas Holt, publicado pela Harvard Business Review)

Fundador da Art Presse, 140 Online e do Jornal 140, empresário de comunicação, jornalista de formação e digital de paixão. Teve participação fundamental no lançamento da internet banda larga no Brasil em 1999. É autor do livro "Domingo no Sancho" (2018), Amazon Kindle.

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Publicidade O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Micro Influencers

Viagem de Fuga

Rafael Sartori

Publicado

em

Em 2010, a publicitária Patricia Furlan fez sua primeira viagem internacional para o Canadá. Ao desembarcar no Brasil, postou fotos e um belo texto em suas redes sociais. O conteúdo chamou atenção dos amigos ao evidenciar experiências culturais bem diferentes do turismo convencional. Patricia começou a receber pedidos com dicas e roteiros de viagem.

Dois anos e algumas viagens depois, Patrícia trocou de emprego e passou um ano sem poder viajar para o exterior. Neste período, Patricia fazia apenas viagens de fim de semana e foi assim que surgiu a ideia de ter um blog, o nome Viagem de Fuga se deu quando Patricia percebeu que viajar era uma verdadeira fuga do ambiente comum.

A princípio o blog iria contar apenas as viagens próximas à São Paulo, a “fuga” do caos, da rotina, do que já é conhecido. Como um ano passou super rápido, acabei englobando todas as viagens. Patricia Furlan.

O blog é separado entre viagens nacionais e internacionais, conta com dicas, planejamento e notícias de turismo. O blog ainda conta com uma sessão chamada Guest Post, onde seguidores e convidados podem descrever experiências culturais marcantes que tiveram em suas viagens.

Ao navegar, facilmente encontramos muitas experiências inusitadas, como aprender a fazer doces japoneses (em japonês), em Kyoto, no Japão. No Brasil, experiências históricas em colônias de imigrantes em Minhas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Para Patricia, o diferencial do Viagem de Fuga é exatamente esse:

Eu foco na experiência cultural da viagem, como essa experiência agregou e mudou a minha vida. Patricia Furlan.

O Viagem de Fuga já passou por mais de 20 países visitados, como Japão, Índia, Havaí e o Atacama, no Chile. No Brasil, as viagens favoritas foram para a Chapada dos Veadeiros (GO), Chapada Diamantina (BA) e as praias do estado de Alagoas. No segundo semestre, Patricia viaja para Singapura, Suíça, Espanha e Portugal.

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Nesta semana, o Jornal 140 realizou uma entrevista exclusiva com Patricia Furlan, criadora do Viagem de Fuga. Nós fizemos cinco perguntas essenciais sobre turismo, veja as respostas abaixo.

Com que frequência você viaja?

Faço duas viagens internacionais por ano e pelo menos quatro pelo Brasil.

Qual o perfil do seu público?

56% feminino e 44% masculino em uma faixa etária de 28 à 35 anos.

O que eles querem que você apresente?

Geralmente, o turismo de experiência. Meu público não é o turista que compra pacote e segue programação de agência. É um viajante que quer mais autonomia, liberdade e um mínimo de conforto.

Qual é o seu sonho de consumo em termos de público?

Eu não defini uma meta de público e não quero fazer isso, a meta faz o meu trabalho perder autenticidade. Vejo muitos blogs e influenciadores alucinados por números, público e conteúdo. Eu não quero que “viajar” se torne um peso pra mim. Devido aos patrocinios, o blogueiro apresenta apenas o lado bom de um destino, eu quero mostrar a realidade.

Qual a dica para quem está começando?

Comece por paixão ao que faz, não pra ficar famoso ou conseguir seguidores. Isso é ilusório e rapidamente o que era um hobby se torna um peso.

Para planejar sua viagem, clique aqui. Para seguir na redes sociais, Facebook: @viagemdefugaInstagram: @viagemdefuga, Twitter: @viagemdefuga e YouTube: @viagemdefuga.

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Rodrigo Ferraz: beber vinho e andar de bike faz bem

Redação 140

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em

As plataformas de vídeo como o YouTube escancararam a segmentação iniciada bravamente pela TV paga. Os primeiros trabalhos rescendiam a amadorismo e engatinhavam na experimentação. Hoje é um ambiente coalhado de talentos onde se pode achar assuntos e profissionais super especializados – eis o caso de Rodrigo Ferraz, com o seu “Vinhos de Bicicleta”.

Atualmente com 31.190 inscritos e 158 vídeos, o canal exibe o sommelier Rodrigo Ferraz dando dicas e tutoriais sobre vinhos e harmonização; são quase vídeo-aulas que duram em media sete minutos e que podem chegar a 15 minutos. Rodrigo também realiza cursos on-line para aqueles que querem se aprofundar.

Sommelier é uma profissão que foi regulamentada recentemente pela lei 12.647 em 2011. Estes profissionais são responsáveis pela seleção e compra de vinhos para restaurantes, bares, hotéis, distribuidoras, importadoras e redes de supermercados. É preciso estudar muito para se tornar um sommelier em cursos ministrados pela ABS-Associação Brasileira de Sommeliers (veja aqui a de S. Paulo) ou em escolas como a Enocultura.

Rodrigo é um sommelier millennial, tem 31 anos, que sabe como se comunicar com millenials, jovens nascidos entre 1975 e 1995 e que odeiam qualquer tipo de afetação no ato de consumir vinhos – por isso muitos optam em ficar apenas na boa e velha cerveja.

Ex-publicitário, resolveu chutar o balde e abandonar a carreira depois de viajar com a ex-namorada para os vinhedos de Mendoza, na Argentina, pedalando uma bike – daí o nome do canal.

Na volta da viagem, fundou a Vinhos de Bicicleta, empresa que começou com um clube de assinatura com foco em vinhos artesanais e que evolui para uma loja especializada – loja física e ecommerce, a partir de sua base em S. José dos Campos, interior de S. Paulo. Criar o canal para se relacionar com os seus consumidores tem a ver com o propósito de seu negócio que é descomplicar o mundo dos vinhos, vender experiências e divulgar a imensa diversidade e riqueza desta bebida/alimento.

Rodrigo conta que o canal foi uma criação coletiva. Um dia, em sua loja, recebeu a visita de duas pessoas, donas de uma produtora. Adoraram o atendimento, o jeito expansivo e comunicativo de Rodrigo e no dia seguinte ligaram para dizer que tinham a ideia de lançar um canal sobre vinhos na Internet.

“Vinhos de Bicicleta” acabou ganhando prestigio e fama não apenas com os millenials. Recentemente, o canal recebeu a visita de Marcelo Papa, o enólogo chefe da vinícola chilena Concha y Toro que foi até São José dos Campos para gravar um vídeo no canal.

Serviço Vinhos de Bicicleta

Youtube: aqui.

Instagram: aqui.

Facebook: aqui.

Leia também entrevista realizada pela Winext com Rodrigo Ferraz, aqui.

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