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Relações Comerciais

O segredo da empatia corporativa no cotidiano de trabalho

João Perez

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em

Fazendo uma breve reflexão sobre o tema empatia, e o quanto isso pesa nas nossas relações, principalmente no ambiente corporativo, sim, hoje faz parte do “show” de qualquer contratação conhecer as orientações, perfil comportamental e características do candidato através de testes (DISC, PI, etc), e assim é possível ter uma noção do perfil do candidato e como será o comportamento na Cia.

Geralmente nos testes temos a possibilidade de escolher algum ponto que nos classificamos como empáticos, e eu acredito que todos somos, de alguma maneira temos sim empatia, mais ou menos acentuada, conforme cada indivíduo.

E para o ambiente corporativo podemos trazer 02 tipos de empatia, a cognitiva e a emocional, e como é possível compreender e utilizar essas emoções dentro do nosso ambiente de trabalho? Fazendo uma interpretação simples e direta, compreendo que:

Empatia Cognitiva: É a capacidade de interpretar os sentimentos e pensamentos do outro, já pensando em algum gatilho para se colocar à disposição para ajudar pensando somente no seu interesse;
Empatia Emocional: Ter a mesma capacidade de interpretação da cognitiva, porém seu interesse é o próximo e o bem comum;
Partindo dessa relação, no ambiente corporativo, quantas vezes somos mais cognitivos ou mais emocionais?

Eu acredito que estamos propensos o tempo todo andando nessa linha tênue, onde de um lado está somente os nossos interesses e do outro um bem do outro também, e é por isso que sempre temos que analisar todo ambiente e o impacto de cada ação no ambiente corporativo, pois ser cognitivo não vejo como ser o vilão, defender nosso interesse é defender a sua camisa, sua empresa e os interesses dela, mas até onde uma relação Ganha X Perde pode ser duradoura? E também ser emocional, não é ser o “Mahatma Ghandi” dos negócios, as vezes à sensibilidade num momento de tensão e decisivo, será crucial para que a decisão seja funcional para todos.

Porém, o que não devemos esquecer nunca, sempre tem a outra conexão e não estamos negociando sozinhos.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Consultor Comercial, 38 anos, pai e filho. São Paulino e amante de Jiu Jitsu e MMA. Fascinado por negócios e relações comerciais.

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Relações Comerciais

Colegas de trabalho? Parceiros de negócios!

Seus colegas de trabalho são fundamentais para que seus dias sejam mais produtivos e assertivos.

João Perez

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Todos os dias podemos perceber o quanto a relação nos negócios tem mudado, a dinâmica nos ambientes profissionais está cada vez mais “humanizada” o valor que se dedica ao ser humano está cada vez mais evidente e grandes companhias tem explorado e aplicado bem esses conceitos.

Por outro lado ainda somos geradores de demanda e as empresas ainda buscam lucros – obviamente que as empresas que entenderam que o funcionário feliz e um ambiente bom faz toda a diferença no resultado final – e nisso destaca-se pessoas, o indivíduo mais empático, mas sensível às essas “informações” que se pega num ambiente corporativo, acaba tendo um destaque maior.

Mesmo com todas essas informações, a equação não é tão simples, cada um tem uma reação diferente à determinados fatores do ambiente corporativo e é por isso que hoje às lideranças devem ter um papel não apenas de cobrar resultados, mas de compreender cada célula da sua equipe e fazer com que esse time jogue bem juntos e juntos tragam o resultado.

Tirando o papel do líder, resta a você fazer esse trabalho por você mesmo, faça parcerias, seus colegas de trabalho são fundamentais para que seus dias sejam mais produtivos e assertivos; independente de qual área você trabalha, em determinado momento você vai se relacionar com outras pessoas, sendo essas geradoras de demanda ou não.

Usando um exemplo simples, imagine uma empresa que a sua área deve receber clientes de outra área para você trabalhar um produto especifico (o qual somente as pessoas da sua área tem expertise para vender), obviamente que em se tratando de uma demanda, tudo deveria ocorrer bem e você viveria muito bem com vários leads, certo!? Errado, repassar clientes da sua carteira para outra área, para pessoas que não conhecem e não tem a relação que foi construída, por mais institucional que seja, não será a prioridade. Ai é que está a brecha para o destaque, conquiste esses parceiros, mostre que a importância que o cliente receberá de você, será maior, dê feedbacks, traga o “dono da conta” para jogar com você, em pouco tempo esses parceiros enxergarão você como ponto focal e as demandas virão naturalmente, seus leads chegarão com melhor qualificação e ambos colherão os bons resultados.

Seja parceiro!

Foto: Cytonn Photography / Unsplash

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Relações Comerciais

A importância do Gerente de Contas

João Perez

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Gerente de Contas, o meu cargo e de tanta gente ostenta e atua, com muitas atribuições dependendo do segmento. Porém que me ater para o Gerente de Contas que trabalha em companhias que vendem serviços (Financeiros, Seguros, Bancários), este profissional não vende de fato, porém é o apoio de quem vende, é o elo entre a companhia e o funcionário de corretoras e assessorias que se relaciona diretamente com o cliente.

O Gerente de Contas é fundamental para o bom andamento do negócio, porque na medida que ele não tem obrigação de vender diretamente, ele tem que estimular equipes – que não são subordinadas à ele – a vender o produto dele e não do concorrente, ou seja, sua meta depende da produção de outras pessoas.

E é ai que está o “Pulo do Gato”, quem está na linha de frente quer vender, mais rápido, mais barato e o melhor produto disponível, e quando chega nesse ponto o Gerente de Contas se torna crucial, é ele quem resolve todos os problemas dos negócios gerados, desde aceitação do negócio, problemas com pagamento, falta de documentos, emissão ou não, uma vez que a Companhia que ele trabalha o usa como linha de contato com o produtor e vice e versa.

E ele existe exatamente para deixar o gerador de negócios de fato, exclusivo para gerar demandas, problemas oriundos das demandas, fica com o Gerente de Contas. Por isso meus caros Gerentes, vocês não escapam de ter metas, tem que liderar, cativar e conquistar pessoas que vão interferir diretamente nos seus resultados e essas pessoas não são subordinadas à você e principalmente você é a materialização da sua empresa nas Corretoras e Assessorias que atende, logo, sua atuação, além de mostrar o seu potencial como profissional, ainda te coloca numa posição onde pessoas podem gostar ou não da sua empresa por consequência dos seus atos.

So… Be careful and go ahead!!!

Foto: Mimi Thian / Unsplash

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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