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Sindisat e Inatel assinam convênio para desenvolvimento de pesquisa no 5G

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O Sindisat (Sindicato Nacional de Empresas de Telecomunicações por Satélite) e o Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações) acabam de assinar um convênio envolvendo pesquisas sobre o uso do satélite nas infraestruturas de 5G.

Pelo acordo, o Sindisat vai custear uma bolsa de estudos de Mestrado em Telecomunicações para o desenvolvimento de pesquisa que irá analisar o desempenho de sistemas de transmissão para redes de 5ª geração visando atender os serviços essenciais do Brasil.

Os resultados dessa pesquisa serão apresentados na Comissão de Pesquisa e Casos de Usos do Projeto 5G Brasil, que reúne representantes de associações, instituições de pesquisa, governo e empresas do setor de Telecomunicações.

Segundo Luiz Otávio Vasconcelos Prates, presidente do Sindisat, este é o primeiro passo na relação institucional entre o Inatel e o Sindisat. “Pretendemos desenvolver outros estudos conjuntos para consolidar a participação da indústria de satélite no ecossistema 5G. Com as dimensões continentais do Brasil, torna-se imperativo o uso de sistemas via satélite para que o país atinja o objetivo de ser 100% 5G. Redes híbridas terrestre-satélite trarão inovações tecnológicas e novos serviços para usuários de todo o Brasil”.

Para Carlos Nazareth Motta Marins, vice-diretor do Inatel, “este momento é muito importante para o Inatel e para o Sindisat, pois oficializa uma parceria de grande relevância para o mercado de telecomunicações no Brasil. Tenho certeza de que a experiência e a participação da indústria de satélite poderão contribuir muito para a pesquisa no Inatel e os resultados deste trabalho de investigação darão consistência ao avanço da tecnologia 5G no Brasil e a uma relevante contribuição brasileira para o mundo”.

Sobre o Sindisat

O Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite é um sindicato patronal, representando as operadoras de satélites, as prestadoras de serviços de telecomunicações por satélite e a indústria de equipamentos de satélite, tendo como objetivo a defesa dos interesses institucionais do setor junto à sociedade brasileira.

Sobre o Inatel:

O Inatel é um centro de ensino, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, criado em 1965, em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, conhecida como o Vale da Eletrônica. Foi a primeira instituição de ensino superior de Engenharia de Telecomunicações do Brasil e, atualmente, oferece seis cursos de graduação, pós-graduação lato sensu, cursos a distância e Mestrado em Telecomunicações. Além de formar profissionais, o Inatel transfere tecnologia ao mercado nas áreas de desenvolvimento de software, hardware, consultoria e calibração de equipamentos. Possui parcerias com empresas de tecnologia nacionais e multinacionais. Desde 2016, é unidade Embrapii, responsável por apoiar o desenvolvimento e a inovação no Brasil. Mais informações: www.inatel.br.

Informações à Imprensa:
Vanessa Rocha
Tel: (11) 3065-8413
vanessa@artpresse.com.br

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

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Vídeo da marca Galinha Pintadinha tem 1 bilhão de visualizações no YouTube

Segundo a própria empresa, vídeo Upa Cavalinho! ultrapassa Annita e Marília Mendonça

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Foto: Divulgação

O vídeo Upa Cavalinho!, da Galinha Pintadinha alcançou 1 bilhão de visualizações no YouTube pela segunda vez em sua história e segundo comunicado envido pela empresa ao Jornal 140 e ultrapassou artistas recordistas nas redes sociais como Annita e Marília Mendonça.

O vídeo segue a linha editorial do canal da marca no YouTube e é direcionado a crianças de até seis anos de idade de todo o mundo. Além das canções e videoclipes, a personagem possui centenas de produtos licenciados desde brinquedos, materiais escolares, até roupas e produtos de higiene baby como fraldas.

“Estamos muito felizes com mais esse recorde da Galinha. Esse é o nosso primeiro vídeo do canal brasileiro da Galinha Pintadinha a bater 1 bilhão de views. O primeiro vídeo a bater esse recorde foi Pollito Amarillito, a versão em espanhol de Pintinho Amarelinho no canal em espanhol. O mais louco é que alcançou essa marca em apenas dois anos. Onde vou, eu escuto pais, vovós e crianças cantarolando a música. É um barato ver que essa composição nova já entrou no repertório infantil. ”, comemora Marcos Luporini, um dos criadores da personagem.

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Brasil: vendas de ecommerce na Black Friday cresceram 32,8% em 2019

Relatório da Social Miner sobre a promoção mais importante do mercado de varejo mostra que o setor movimentou 11,95 bilhões de Reais neste evento.

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Foto: un-perfekt / Pixabay

A Social Miner enviou para o Jornal 140 seu relatório da Black Friday 2019, com foco na performance dos e-commerces e no perfil do público da data. Segundo o comunicado que publicamos quase na íntegra, os dados foram extraídos da sua base, superior a 41 milhões de cadastros, e o material conta ainda com as análises de companhias parceiras.

O estudo revela que o varejo digital faturou R﹩11,95 bilhões em novembro deste ano, representando um crescimento de 32,8% em relação ao mesmo período em 2018. Além disso, quando observada a variação no volume de vendas registradas no segundo semestre de 2019, novembro aparece no topo, com representatividade de 28,29%, sendo seguido por agosto, com 18,74%; setembro, com 18,19%; outubro, com 17,9%; e por fim julho, com 16,88%.

Já a própria sexta-feira da Black Friday representou 20,69% das vendas realizadas em novembro, sendo que a representatividade média dos demais dias deste mês foi de 2,73%. No grande dia do evento, identificou-se que o primeiro pico de vendas aconteceu às 2h da madrugada e se manteve em alta até as 4h. A partir de então as conversões passaram a cair e só voltaram a crescer a partir das 9h, atingindo um novo pico ao meio dia, num volume que se manteve até o início da madrugada para sábado.

A pesquisa revela ainda que, das regiões brasileiras, o Sudeste concentrou o maior tráfego nos e-commerces no último mês, representando 63,74% das visitas aos sites. Em seguida, aparecem as regiões Sul e Nordeste, com 16,08% e 12,26%, respectivamente, enquanto o Centro-oeste, com 5,86%, e o Norte, com 2,06%, foram responsáveis pelos menores índices de tráfego.

Entre as categorias de destaque, o setor de Beleza teve o público dividido entre 86,83% dos consumidores que se declararam como do gênero feminino e 13,17% masculino. Já o segmento de Eletrônicos e Informática teve preferência dos homens, com representatividade de 95,33%, contra apenas 4,67% por mulheres.

O segmento de Multicategoria, por sua vez, registrou maior igualdade na distribuição de volume de vendas entre os gêneros: 54,12% para as mulheres e 45,88% para os homens; enquanto Moda e Acessórios teve 76,33% do público declarado como gênero feminino e 23,67%, masculino.

Apontado como relevante por 47,1% dos respondentes da Pesquisa de “Boca de Urna” para a Black Friday, lançada no final de outubro pela Social Miner e Opinion Box, o “valor do frete” saiu, em novembro de 2019, em média a R﹩ 17,90 para o consumidor, caindo 15,6% em relação ao mesmo período de 2018. Já o ticket médio subiu, com variação de 2,6%, de R﹩ 455,60 em novembro de 2018, para R﹩ 467,30 em 2019

E, se as mulheres tiveram maior representatividade no volume de pedidos realizados em novembro (57,3%), foram os homens os responsáveis por 53,7% dos ganhos alcançados pelo varejo virtual durante o mês, especialmente porque contaram com um ticket médio mais alto, de R﹩531,30, contra R﹩410,00 delas.

O relatório completo da Black Friday 2019 está disponível aqui.

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