Lollapalooza, nome extraordinário e incomum

Lembro de ter ouvido uma vez do grande especialista em branding no Brasil, Jaime Troiano, que o nome de uma marca influencia menos de 10% na relevância daquilo que a mesma se tornará ao longo da vida. O importante é associar a marca ao que ela realmente entrega e aos seus significados autênticos. E quando o nome traz o significado em si, uma coisa extraordinária ou incomum?

Lollapalooza é isso mesmo: uma coisa extraordinária ou incomum, segundo o Wikipedia sobre este festival de música que será realizado mais uma vez em S. Paulo em abril do ano que vem (de 5 a 7 de abril). A expressão vem dos EUA, final do século 19.

Pesquisei algumas das bandas, a maioria desconheço. Gosto de alternativo, que é proposta do Festival e digo pra você que vou experimentar ouvir algumas das bandas, aqui na web. Iria, com certeza, ao show dos Tribalistas e, talvez, Lenny Kravitz.

Do ponto de vista de comunicação, o Festival de Coisas Extraordinárias, Lollapalooza, é um sucesso. Do digital ao off, você é impactado pela mensagem.

Nesta noite do dia 13, quando escrevo este comentário, esta entre as palavras-chave mais buscadas – + de 20 mil pesquisas!, perde para Sampaoli (+ de 20 mil pesquisas), IPVA, argh!, 2019 SP, Liga Europa (+ de 20 mil pesquisas) e Jason Momoa (de Aquaman, + de 20 mil pesquisas).

A razão disso é que a organização do Festival anunciou o line-up – lista de artistas – em uma ação calculada e necessária, mostrando que eventos deste nível necessitam de planejamento para criação de um movimento crescente, uma narrativa em que todos os usuários são envolvidos.

Vai uma sugestão que faz sentido na estratégia de comunicação: ao invés de anunciar tudo de uma vez, não seria interessante anunciar pausadamente, e em etapas, os artistas?

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