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Tecnologia 2 MIN DE LEITURA

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

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Nesta quarta-feira (20), a comissão de comunicação e marketing da Câmara de Comercio Brasil-França promoveu um evento sobre a aplicação prática da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

O evento chamou atenção do Jornal 140 e nós produzimos este artigo sobre a lei inspirada nas exigências da União Europeia, dispostas no GPDR em vigor desde o inicio de 2018. A LGPD sancionada recentemente tem regras duras na proteção dos dados e privacidade dos usuários.

Com a edição da LGPD, limites para garantir proteção à pessoas e empresas são estabelecidos. O conceito de opt in, define como regra que empresas públicas e privadas precisarão do consentimento dos usuários para coleta e uso de dados pessoais como nome, telefone, endereço, estado civil, religião, etnia e escolaridade.

Para solicitar informações pessoais, as empresas precisarão informar a finalidade da coleta e do uso de dados, o consentimento do titular é primeiro e principal requisito para o tratamento dos dados, seguido de outras situações excepcionais detalhadas na lei, como cumprimento de obrigação legal, politicas publicas, execução de contratos, exercício de direito em processo, proteção da vida, entre outros de mesmo valor e excepcionalidade.

A LGPD destaca ainda que o tratamento de dados que sejam públicos devem respeitar os princípios previstos, sendo necessário o consentimento do titular sempre que esses dados, que apenas em princípio são públicos, forem tratados para finalidade diversa da original ou da aceita pelo senso comum.

Caso não haja consentimento do usuário, o cadastro não poderá ser realizado e as informações não poderão ser obtidas por meio de outra fonte. Para quem não seguir, a LGPD tem penalidades bastante rigorosas, são elas:

Advertência, obrigação de divulgação do incidente, eliminação de dados pessoais e multa de 2% do faturamento da pessoa jurídica de direito privado, grupo ou conglomerado no Brasil no seu último exercício, excluindo tributos e limitada, no total, a R$ 50 milhões por infração. As penalidades não substituem a aplicação de sansões administrativas, civis ou penais em legislação específica.

APLICAÇÃO DA LEI

Com a aplicação da LGPD, o Brasil está se alinha ao modelo internacional para garantir transparência nos processos de coleta, processamento, armazenamento e exposição dos dados.  Ao seguir a LGPD, os consumidores brasileiros ganham controle sobre a coleta de seus dados pessoais e as empresas brasileiras alcançam um novo patamar nos processos de transações digitais.

A LGPD vale para todos os setores, inclusive fornecedores, cadeia produtiva e terceirizados. Portanto, a adequação às novas exigências depende do ajuste de diferentes aspectos, como cultura de trabalho, políticas e procedimentos que envolvem a implementação de novas tecnologias para garantir a adequação a regra.

Como as empresas possuem dados armazenados em diferentes planilhas, sistemas e departamentos, as empresas tem a oportunidade de desenvolver soluções adequadas para garantir processos de gestão de dados, gestão de riscos, segurança e acesso a informações.

A regulamentação da LGPD é a ponta do iceberg na proteção de dados e um incentivo para um mundo digital que precisa de confiança na troca de informações. Para não sofrer o desgaste que o processo pode gerar, o mais indicado é procurar parceiros de TI como a ZionLab, que estejam preparados para lidar com as exigências.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Os artigos publicados em nome da Redação 140 são de responsabilidade dos responsáveis por este site de notícias. Entre em contato caso tenha alguma observação em relação às informações aqui contidas.

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Sistemas Operativos 1 MIN DE LEITURA

Ubuntu 20.04 LTS: Nova versão, novo tema

Com lançamento previsto para abril, o sistema operacional chega repleto de novidades.

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Foto: Divulgação / Canonical

Com lançamento previsto para abril, a Canonical e a equipe da comunidade Yaru começaram a trabalhar em um sucessor do tema Yaru para a nova versão de distribuição do Linux Ubuntu 20.04 LTS.

A equipe de design da Yaru esteve recentemente nos escritórios da Canonical em Londres para trabalhar no novo tema. Além das variações normais de luz e escuridão do tema, está sendo trabalhada uma terceira versão que utilizará cores claras. Os desenvolvedores também estão trabalhando para facilitar a alternância entre essas variantes de tema / cor.

É possível que as alterações mais importantes – como os ícones de pastas experimentais – possam ser adiadas para o final do ano, em outubro, com a chegada da versão do Ubuntu 20.10. Espero que você tenha gostado do trabalho da Canonical no Ubuntu 20.04.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Tecnologia 2 MIN DE LEITURA

Será mesmo que internet é coisa de jovem?

Segundo uma pesquisa do Kantar – Consumer Insights, 90% dos idosos possuem celulares e 45% acessam a internet.

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foto: Pixabay

Não há como negar o crescimento da população Sênior no Brasil. Com a diminuição da taxa de natalidade, a população Brasileira vem envelhecendo cada vez mais, além disso por causa dos avanços da tecnologia, a medicina colabora para que a expectativa de vida aumente. Hoje o número de idosos que possuem mais 60 anos, ultrapassa os 29 milhões de pessoas e segundo o IBGE estima que até 2060 o número de idosos cresça para 73 milhões de idosos. Isso significa um aumento de 160%. Um número expressivo que aumenta cada vez mais ano a ano.

A medida em que a população envelhece, aumenta o interesse em relação ao assunto. Segundo o Google, as buscas em relação ao termo envelhecimento cresceram mais de 60% em relação a 2015 e em 2018 foram feitas buscas referente ao assunto a cada 2 minutos. No entanto, segundo o próprio IBGE diz que ¼ dos brasileiros acima de 60 anos já estão conectados à internet. Esse número tende a crescer cada vez mais!

Com isso é preciso acabar com o preconceito e estereótipos em que a internet é “coisa de jovem” e que a população sênior não possui interesse no âmbito digital. Segundo uma pesquisa do Kantar – Consumer Insights, 90% dos idosos possuem celulares e 45% acessam a internet. Além disso 28% dos que possuem mais de 60 anos já realizaram compras pela internet. Diferente do que o senso comum, o universo digital diminui as barreiras e facilitam para uma melhor vivência, pois segundo o Google, em 2018, foram mais de 120 mil buscas pelo site Coroa metade – especializado em relacionamentos entre pessoas maduras. Isso mostra o quão os mesmos estão ligados a internet.

Dessa forma, tanto os profissionais de marketing como os profissionais de comunicação precisam deixar o estereótipo de lado e começar a pensar em alguma forma de incluir esse nicho em seu planejamento, pois as marcas precisam de comunicar para que os idosos possam se identificar com a mensagem que está sendo transmitida. É necessário fazer parte da rotina desse público-alvo, em que o principal objetivo das marcas é fazer a diferença na vida dos idosos, visto que segundo o mercado do consumidor, apenas 5% tem identificação com o segmento de vestuários. Quantas marcas estão perdendo oportunidade de negócio em relação a esse a esse grupo?

O público sênior além de ser o que mais cresce, também é o que mais se diversifica e consequentemente estarão mais conectadas e por dentro do que acontece no meio digital. O envelhecimento é inevitável e está cada vez mais próximo da nossa realidade e isso está acontecendo de uma forma que nunca foi imaginado, então cabe as empresas, marcas e agencias o papel de entender quais são suas necessidades, criar empatia e construir um diálogo sólido e fazer parte da vida deles de forma significativa.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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