O mercado de marketing está sedento por informações sobre os influencers

Só se fala em influencer. Recentemente publicamos um estudo aqui realizado pela Talkwalker (“Como o mercado esta utilizando a nova ferrramenta de influencer marketing”). Agora é a vez do Youpix que também foi na mesma linha em sua pesquisa via Internet intitulada “Tendências de Marketing de Influência”.

Os resultados: 77% dos profissionais de marketing “concordam que os influenciadores trazem um resultado que nenhum outro tipo de comunicação digital traz”; que para cada dólar investido em media houve um retorno de $ 7,65 e que 45% entre 18 e 34 comprou algo apos recomendação de influenciador.

O problema é como lidar com esta nova ferramenta. O estudo do Youpix apresenta um quadro com os cinco estados emocionais típicos de alguém que enfrenta um grave problema de saúde: 1) negação (influenciador digital é uma moda passageira que vai passar), 2) raiva (com o uso do influenciador pela concorrência), 3) pechincha, 4) desespero (por causa de ações mal sucedidas e por não conseguir ter retorno) e 5) aceitação (após os primeiros resultados positivos).

O estudo do Youpix apresenta as regras básicas (algumas óbvias) para o uso da ferramenta pelos profissionais de marketing. Começa pelo tático: 1) defina um budget, 2) mapeie os influenciadores, 3) defina e contrate os influenciadores (que já por si é uma façanha porque existem hoje 920 mil youtubers no Brasil!) 4) publique a campanha e 5) mensure. E vai para o estratégico: 1) defina objetivos claros, 2) defina o target, 3) defina o budget, 4) defina objetivos mensuráveis, 5) defina as redes sociais, 6) estude o target, 7) defina a sua narrativa, 8) parta para criação ou co-criacão, 9) mapeie os influenciadores, 10) estude os influenciadores, 11) defina e contrate os influenciadores, 12) prepare o briefing (liberdade ou co-criacão), 13) comece a produção, 14) publique 15) amplifique e otimize, 16) mensure e analise e 17) retroalimente.

O estudo ressalta também a importância do vídeo (como elemento de conversa) e da conexão com a audiência, lembrando que interatividade e engajamento deve ir além do trio “like/share/comment” – mais qualidade e menos quantidade. Uma dica muito importante: investir em encontrar primeiro a sua comunidade porque comunidade gera conversa e conversa gera conversão.

Quer mais? Clique aqui e divirta-se :).

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