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Apoio a Bolsonaro gera 1,4 milhão de tweets no domingo

Redação 140

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Dados do sistema analítico BITES recebidos pelo Jornal 140 mostram que os protestos de domingo produziram 1,4 milhão de posts no Twitter contra 1,6 milhão de posts conseguidos nas manifestações de apoio às universidades federais. Ainda que tenha gerado um pouco menos de interações, os analistas da BITES consideram que houve um “empate técnico” no embate entre os defensores do governo Bolsonaro e a oposição a ele.

Os dados analisados foram coletados até às 20h30 de domingo, quando houve um movimento contrário na rede. De um lado, os defensores de uma nova manifestação, desta vez contra o governo, emitiram 10 mil tweets convocando protestos para esta quinta-feira, com a hashtag #dia30vaisermaior.

A BITES analisou o comportamento digital do Jair Bolsonaro no domingo. O presidente produziu quatro posts em apoio aos seus aliados e que geraram 57 mil retweets (RTs). Segundo a BITES “foi quase o mesmo resultado dos deputados federerais que produziram naquele dia 843 posts em seus perfis e registraram 124 mil compartilhamentos e RTs”.

A hashtag #BrasilNasRuas, segundo a análise de BITES, ocupou os Trending Topics do Twitter durante todo o domingo e foi um dos assuntos “mais comentados no mundo”, alcançando 859.116 tweets contra 94.836 de hashtags da oposição.

Enquanto parte da imprensa mostrou que os grandes vilões da cólera dos seguidores de Jair Bolsonaro seriam o presidente da Câmara de Deputados Rodrigo Maia (26 mil tweets), o Centrão (36 mil tweets) e o STF (48 mil tweets), os manifestantes digitais resolveram centralizar a maior parte de sua artilharia contra o Congresso Nacional que apareceu em 86 mil tweets.

Apesar das críticas recorrentes do presidente Jair Bolsonaro e de seus seguidores em relação a cobertura “enviesada” da imprensa, as 10 notícias de “maior propagação” foram positivas ou neutras para o governo. Segundo BITES, as 10 matérias foram responsáveis por gerar 13, milhão de compartilhamentos no Facebook e Twitter durante o domingo de protestos em todo o Brasil.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Os artigos publicados em nome da Redação 140 são de responsabilidade dos responsáveis por este site de notícias. Entre em contato caso tenha alguma observação em relação às informações aqui contidas.

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Em 2019 homossexuais ainda são condenados à morte por serem homossexuais

Redação 140

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O Jornal 140 acaba de receber o último (e chocante) levantamento do Statista sobre países onde a homossexualidade é considerada crime passível de pena de morte. Isso mesmo, em 2019 os homossexuais ainda são condenados à morte em alguns países pelo simples fato de serem homossexuais.

Com o anúncio da adoção da lei islâmica – a sharia – no Brunei, o time de países que pode penalizar a homossexualidade à morte em 2019 passou a 10 e inclui o Qatar, Arábia Saudita, Mauritânia, Nigéria, Irã, Sudão, Somália, Iêmen e Afeganistão.

Dados do ILGA (veja aqui o mapa “Sexual orientation Laws in the World – 2019) mostram que em mais de 31 países os gays podem receber penas de até oito anos de prisão e 10 anos em outros 10 países. O Brasil aparece na categoria “broad protection”, onde é possível casamento ou outras formas de união legal para parceiros do mesmo sexo e de adoção de crianças por casais homossexuais.

Foto: Jordan McDonald (Unsplash).

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Podcasts e serviços de streaming de áudio estão em alta

Redação 140

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Isso mesmo, os podcasts e serviços de streaming de áudio estão em alta. Segundo o colaborador do Jornal 140, Sergio Kulpas, estamos vivendo uma “era de ouro” do áudio no mercado digital. Sergio nos enviou o estudo “The Infinite Dial 2019”, a maior pesquisa digital já realizada sobre hábitos de consumo nos EUA com dados colhidos desde 1998, quando tudo começou, base deste post.

A primeira constatação: este tipo de mídia tem sido impulsionado pelas redes sociais, principalmente (e pela ordem) Facebook, Instagram, Pinterest, Snapchat, Linkedin, Twitter e WhatsApp. Em todos os gráficos, a tendência é de crescimento de consumo, com exceção do Facebook, que apresentou uma diminuição de usuários em sua plataforma de 15 milhões em relação às 2017 e do Twitter.

Os meios de acesso aos podcasts e serviços de áudio são os smartphones (83 para 84 milhões de usuários este ano), tablet (50 para 56 milhões em 2019), smart speaker, ou assistentes pessoais  – de 18 para 23 milhões em 2019, sendo que a maioria utiliza o Alexa da Amazon, 16 milhões, seguido do Google Home, 7 milhões, Sonos One com Alexa, 3 e Apple Home Pad, com 2 milhões.

Para quem acha que o rádio “morreu” veja este número: um aumento de 64 (2018) para 67 milhões (em 2019) de pessoas ouvindo no último mês serviços de estações de rádio AM ou FM ou streaming de conteúdos de áudio somente na Internet. A sua grande maioria é de público jovem, de 12 a 24 anos, a maior parte e de 25 a 54 anos. O tempo médio, que atingiu 14:39 minutos em 2017 e caiu para 13:40 minutos no ano passado, já chega a 16:43 minutos em 2019.

As rádios AM e FM continuam imperando no consumo em carros (81), seguido de playlists próprias (45), CD Player (45), rádio online (28) conectado aos smartphones, podcasts (26) e SiriusXM (22).

As marcas de plataformas de streaming de áudio mais lembradas são: 1) Pandora, 2) iHeartRadio, 3) Amazon Music, 4) Apple Music, 5) Spotify, 6) Google Play All Access, 7) Napster, 8) SoundCloud, 9) NPR One e 10) Radio.com. E as mais ouvidas no último mês foram: 1) Pandora, 2) Spotify, 3) iHeart Radio, 4) Apple Music, 5) Amazon Music, 6) SoundCloud e Google Play All Access.

Veja a íntegra do estudo da Edison Research aqui.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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