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Mudanças no Facebook poderão dar mais visibilidade às Páginas e Grupos

Redação 140

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Atenção administradores de Páginas e Grupos do Facebook: a maior plataforma de Redes Sociais do mundo acabou de implementar uma importante alteração que pode melhorar o desempenho das marcas/empresas e entidades que têm perfis dentro do Facebook.

É impressionante que em um mundo em constante transformação turbinada pela mudança de mentalidade e evolução tecnológica, as plataformas digitais, como o Facebook, não param. Esta alteração acontece logo depois da plataforma anunciar mudanças no algoritmo no Feed de notícia, que deu mais prioridade ao conteúdo produzido pelos próprios usuários. E, ao que tudo indica, pode dar um novo alento às marcas que fazem um bom trabalho nas redes sociais.

Segundo a Social Media Today, o Facebook passará a priorizar no feed dos usuários as páginas e os grupos “mais importantes”, aquelas que o algoritmo entendeu que têm mais procura e interesse das pessoas ou, na linguagem dos executivos do Facebook, “priorizar as páginas e os grupos que predizem que um indivíduo pode se importar mais”.

É importante dizer que todas as alterações foram realizadas após intensas pesquisas, estudos e perguntas das equipes do Facebook (veja algumas delas, abaixo). A seguir uma explicação de como funciona a lógica dos gestores das mudanças feitas:

Alguns dos indicadores de como uma página ou grupo é significativo podem incluir questões como 1) por quanto tempo alguém seguiu uma página ou fez parte de um grupo, 2) com que frequência alguém se envolve com uma página ou grupo e 3) com que frequência uma página ou um grupo postam.

E …

Recentemente começamos a pesquisar pessoas no Facebook para pedir-lhes para listar os amigos que estão mais próximos. Olhamos para os padrões que saíram desses resultados, alguns dos quais incluem ser marcado nas mesmas fotos, continuamente reagindo e comentando nos mesmos posts e check-in nos mesmos lugares. Usamos esses padrões para informar nosso algoritmo.

E …

Sabemos que os amigos não são a única razão pela qual as pessoas acessam o Facebook. Muitas pessoas vêm para ver as últimas páginas que acompanham e os grupos dos quais fazem parte. Além de pesquisar as pessoas perguntando a quais amigos estavam mais próximos, começamos duas pesquisas adicionais perguntando às pessoas 1) o quão interessadas estão no conteúdo de uma página específica que elas seguem, e 2) quão importante é um grupo específico ao qual elas se juntaram.

O Facebook mostra o roteiro das alterações e incluem questões como por quanto tempo alguém seguiu uma página, fez parte de um grupo, com que frequência alguém se envolve com uma página ou grupo e com que frequência uma página ou um grupo postam.

Segundo o Social Media Today, a alteração pode criar algum tipo de questionamento dos administradores das “Páginas” e “Grupos”, na medida que o Facebook não explicou claramente se mostrará mais conteúdos das “Páginas” aos usuários ou se as “Páginas”, que tiverem mais conteúdos e publicações, não sobrecarregarão o feed dos usuários.

Veja a recomendação (do próprio!) do Facebook:

Publique com frequência: não se preocupe com excesso de postagem. O objetivo do feed de notícias é mostrar a cada pessoa a história mais relevante, de modo que nem todas as suas postagens têm a garantia de serem exibidas em seus feeds.

O autor da matéria do Social Media Today, Andrew Hutchinson, diz que este “talvez seja o caminho a seguir (postar mais). Não ao ponto de postar a cada 15 minutos ou algo extremo, mas aumentar a freqüência pode garantir que o algoritmo tenha conteúdo para escolher para mostrar aos usuários que ele identificou como estando interessado em suas atualizações de página”.

Convenhamos: esta é uma mudança e tanto, depois de vários anos de queda de exibição e alcance de conteúdos de Páginas, bancadas por milhões de marcas e empresas.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

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Plataformas

A irrelevância do Facebook, segundo Cora Rónai

Colunista de O Globo diz que a experiência (da rede social) está cada vez mais limitada e menos interessante

Redação 140

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Gabriela Yaroslavsky / 140 Design

Foi com o titulo “O Facebook caminha para a irrelevância” que a jornalista e cronista Cora Rónai publicou  em sua coluna (impressa e digital) de O Globo a informação que a maior plataforma de Redes Sociais do mundo estreou a sua primeira campanha nacional de marketing.

A cronista, filha de um dos maiores intelectuais brasileiros, Paulo Rónai, e uma adepta de primeira hora da revolução digital, argumenta que a Rede Social é cada vez menos acessada pelos jovens, está com a imagem arranhada por causa das “fake News”, não tem transparência e que publica anúncios duvidosos.

Disse que o Twitter é muito mais relevante para quem busca noticia, que o Instagram é muito mais utilizado por quem quer apenas promover um estilo de vida (que não tem nada a ver com a vida real), que o YouTube é hoje a maior rede social do Brasil e que “os assuntos de família circulam mesmo” é pelo Whatsapp.

Pior. Cora Rónai argumenta que o alcance orgânico de quem é influenciador, como ela, está parado e diz que a sua conta crescia cerca de mil seguidores por mês e que agora isso não mais acontece.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Plataformas

Segunda-feira sem likes

Redação 140

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A iniciativa dos gestores do Instagram de retirar a exibição do número de curtidas (“likes”) das postagens continua movimentando a rede. A medida foi tomada com o objetivo de tentar reduzir a “competição” e tentar proteger os usuários mais jovens, com a alegação que este tipo de situação pode ser prejudicial.

O Social Media Today publicou no sábado que uma nova pesquisa sugere que um número crescente de jovens usuários está tentando convertendo perfis em contas de negócios para ter acessar a dados de público-alvo mais detalhados sobre o desempenho de suas postagens.

O jornal digital diz que o pesquisador David Stier pesquisou cerca de dois milhões de usuários do Instagram de 12 a 15 anos. Segundo ele, estes adolescentes expuseram publicamente na plataforma uma série de informações, como telefone e e-mail, criando um sério problema de privacidade.

Segundo ele “mais de 60 milhões de crianças podem mudar facilmente seu perfil para uma” conta comercial “, para a qual o Instagram exige a exibição pública de seu endereço de e-mail e / ou número de telefone no aplicativo.” Ainda que crianças com menos de 13 anos não possam se inscrever para uma conta no Instagram, é muito fácil burlar estas regras.

Stier disse ao Social Media Today que “relatou a questão para o Instagram e que a plataforma poderia evitar isso mascarando endereços de e-mail e ocultando listas de números de telefone – mas isso também teria impactos para empresas reais”. A solução não parece ser clara – o Instagram pode procurar melhorar os seus métodos de detecção e remoção, segundo Stier. Mas o problema também pode aumentar, já que o Instagram amplia seu programa de esconder o público como contagens.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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