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Segunda-feira sem likes

Redação 140

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A iniciativa dos gestores do Instagram de retirar a exibição do número de curtidas (“likes”) das postagens continua movimentando a rede. A medida foi tomada com o objetivo de tentar reduzir a “competição” e tentar proteger os usuários mais jovens, com a alegação que este tipo de situação pode ser prejudicial.

O Social Media Today publicou no sábado que uma nova pesquisa sugere que um número crescente de jovens usuários está tentando convertendo perfis em contas de negócios para ter acessar a dados de público-alvo mais detalhados sobre o desempenho de suas postagens.

O jornal digital diz que o pesquisador David Stier pesquisou cerca de dois milhões de usuários do Instagram de 12 a 15 anos. Segundo ele, estes adolescentes expuseram publicamente na plataforma uma série de informações, como telefone e e-mail, criando um sério problema de privacidade.

Segundo ele “mais de 60 milhões de crianças podem mudar facilmente seu perfil para uma” conta comercial “, para a qual o Instagram exige a exibição pública de seu endereço de e-mail e / ou número de telefone no aplicativo.” Ainda que crianças com menos de 13 anos não possam se inscrever para uma conta no Instagram, é muito fácil burlar estas regras.

Stier disse ao Social Media Today que “relatou a questão para o Instagram e que a plataforma poderia evitar isso mascarando endereços de e-mail e ocultando listas de números de telefone – mas isso também teria impactos para empresas reais”. A solução não parece ser clara – o Instagram pode procurar melhorar os seus métodos de detecção e remoção, segundo Stier. Mas o problema também pode aumentar, já que o Instagram amplia seu programa de esconder o público como contagens.

Os artigos publicados em nome da Redação 140 são de responsabilidade dos responsáveis por este site de notícias. Entre em contato caso tenha alguma observação em relação às informações aqui contidas.

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A era de ouro dos podcasts no mercado digital

Lucas Gonçalves

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Não há como negar que o podcast vem sendo uma grande ascensão entre os brasileiros em 2019. Segundo o IBOPE 40% dos brasileiros já escutaram algum programa de áudio. Se basearmos nos EUA, por exemplo, entenderemos o porquê de o formato possuir um grande potencial, segundo um estudo das empresas Interactive Advertising Bureau – IAB (Estados Unidos) e PwC, O formato de podcast proporcionou uma evolução anual em receita na publicidade nos Estados Unidos, passando de 34% em 2017, para 53% em 2018. Atingindo o recorde de US$ 479 milhões. Para 2019 não será diferente, a tendência é que a publicidade atinja 42%, alcançando uma receita de US$679 milhões.

São diversos motivos para considerar podcast em seu mix de marketing, alguns dos motivos para o investimento no streaming de áudios são: audiência cativa, segundo a Associação Brasileira de Podcasts (ABPOD), mostra que mais da metade de todos que ouvem podcast fazem isso diariamente, isso mostra a fidelidade do público para esse formato, pois além de conseguir ouvir assuntos que são de seu interesse, o formato tem a praticidade para aprendizado e absorvição de informações em qualquer lugar, seja se locomovendo, realizando atividades físicas ou domésticas.

Esse tipo de formato possibilita a humanização e credibilidade da marca para engajar com sua audiência através de assuntos interligados do conteúdo a sua marca ou produto. O seu poder de influência perante seu público é alto, segundo a Audio.ad , 63% dos ouvintes de Podcast compraram algum produto ou serviço anunciado em programas. Além disso, ao contrario de outros formatos dentro do universo online, o podcast consegue prender a atenção criar conexões mais profundas  com sua audiência, através do contato com a voz, entusiasmo, na forma de falar e efeitos sonoros.

Obviamente, atentas a esse movimento do mercado, diversas marcas já iniciaram estratégias para atender essa nova demanda, como foi o caso do Spotify, Google, Marvel e TV Globo.
O Spotify disponibilizou o formato de podcast para o aplicativo em 2018 e recentemente liberou um recurso de segmentação voltado para esses consumidores que facilitará o direcionamento de anúncios para usuários que ouviram podcasts em diferentes categorias.

Já o Google, seguindo a mesma linha lançou o Google – Podcasts no ano passado, com os principais podcasts divididos nas seguintes categorias: Comédia, Sociedade e cultura, Notícias e política, Artes e mais. Também seguindo a tendência, a Marvel que inspirou o lançamento de muitos quadrinhos, teve seu primeiro podcast dramático lançado no dia 12 de março de 2018, “Wolverine – The Long Night”. Por fim, outro exemplo é o maior veículo de comunicação quando se fala em TV aberta, a Rede Globo, começou a investir em podcasts de forma estratégica através do Globoesporte.com com diversos programas diários.

Com o exemplo dessas empresas citadas acima, ficou claro que as oportunidades em publicidade para podcast tende a crescer cada vez mais para os anunciantes. Sendo assim, irei mencionar alguns formatos e suas peculiaridades para a comercialização:

Spots de áudio: São os tradicionais spots de 30 segundos, formatos bastante utilizados em rádio, que podem ser inseridos antes, durante ou no final do programa;

Testemunhais: Formato gravado pelos locutores do programa que aparecem no meio do episódio e geralmente têm entre 1 e 2 minutos de duração;

Programa temático (patrocinado): Formato no qual um programa inteiro é feito com base em um tema ou roteiro passado pelo anunciante;

Programa do cliente: Quando uma marca realiza seu próprio conteúdo em podcasts e disponibiliza em seus canais digitais. Neste caso, há um grande trabalho da marca para aumentar a audiência para o seu conteúdo;

Segundo o IBOPE o consumo de podcast acontece na maioria das vezes pelo Smartphone (75%), seguido do desktop (40%) e por fim o tablet com (8%). Em relação à frequência com que costumam ouvir, 19% dos entrevistados ouvem podcast três vezes ou mais na semana, enquanto 13% ouvem uma vez por semana, 11% duas vezes por semana. O YouTube (42%) e o Spotfy (32%) são os aplicativos mais usados para ouvir podcast. Tendo em vista os aspectos observados, mercado de podcast tem grande potencial para evolução e consequentemente as marcas, agências e marqueteiros precisarão se adaptar para esse novo consumo de mídia.

Foto: NeONBRAND / Unsplash

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Omnichannel: O futuro do varejo e porque você deveria aplica-la para sua empresa

Lucas Gonçalves

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Para que as marcas se mantenham em evidência na percepção dos consumidores, é preciso oferecer experiências que conectem com seu público em todos os pontos de contato de forma integrada, pois a forma que as pessoas adquirem um produto atualmente, mudou completamente. Hoje o consumidor tem a facilidade de migrar entre o online e o offline. Dessa forma é preciso traçar uma estratégia Omnichannel.

A estratégia omnichannel é uma abordagem simultânea e interligada em diversos canais. Seu foco é nutrir um sistema de comunicação unificado e de forma integrada e inteligente entre online e offline, em resumo: para que o shopper tenha contato com a marca em diversas etapas da jornada de compra, com o principal intuito de estreitar a relação entre online e offline. O omnichannel possibilita você usar um app para pedir um café e retirá-lo na cafeteria assim que chegar no estabelecimento, como é o caso do Starbucks.

Hoje no Brasil existem muitas empresas que utilizam a estratégia de forma eficaz, que é o caso da Magazine Luiza, que entendeu que as lojas físicas precisavam caminhar junto com a loja online. Sendo assim, elaborou a solução de comprar na internet e retirar na loja. Outro caso interessante de se analisar é o próprio Dr. Consulta – Maior rede de centros médicos em São Paulo, onde é possível agendar consultas e exames pelo site, aplicativo ou atendimento telefônico em minutos e em algumas vezes ser atendido no mesmo dia.

Segundo o Google a internet influencia mais de 50% das compras efetuadas em lojas físicas por consumidores conectados. Com tantas informações disponíveis para o consumidor em diversas mídias diferentes e com seu comportamento de compra cada vez mais integrado, não faz sentido criar estratégias online e offline desconectadas. Para isso, o caminho é investir em uma experiência cada vez melhor para o consumidor, com o objetivo de aumentar a fidelização e satisfação de clientes. O objetivo do Omnichannel é adaptar aos diversos canais que as pessoas utilizam e auxiliar a comprar em qualquer ponto de contato.

Além disso alguns dos principais benefícios de uma estratégia Omnichannel, são:

Assertividade no investimento de mídia:

Para que a estratégia tenha grandes resultados, é preciso mensurar os canais de contatos com seu público e entender qual a sua importância na jornada de compra e assim definir seu peso ideal para a distribuição do investimento de mídia de forma assertiva;

Coleta de dados para automação nos processos de marketing;

O primeiro benefício de coletar dados sobre seus clientes é ter insights significativos de cada etapa na jornada de compra e criar experiências customizadas para cada momento até a conversão de forma completa.

Diminuição de custos;

Automação nos processos de marketing e assertividade no investimento de mídia, além de novos insights que ampliará a possibilidade de novas oportunidades, sem precisar aumentar o investimento para possuir mais vendas;

Unificação da comunicação;

A unificação da comunicação dentro do omnichannel aumenta o poder de influência da marca perante os compradores. Para atingir esse êxito, é preciso de um planejamento integrado de comunicação para que a experiência do cliente com a marca seja única, pois além de aumentar a credibilidade da marca, melhora o relacionamento com cliente. Como foi mencionado acima, cada ponto de contato tem a sua importância no processo de compra e a comunicação precisa ser única.

Apesar da estratégia Omnichannel ser o futuro do varejo, o caminho não é tão simples, pois ele necessita de uma mudança na forma de pensar, desde o planejamento até as métricas, pois são elas que traduzem o real comportamento do consumidor. Porém, não podemos adiar esse mindset. O mercado já começou a olhar a estratégia com outros olhos, pois o próprio Google já lançou algumas ferramentas propícias para isso, como a funcionalidade chamada Local Inventory Ads, ou LIA, que faz a conexão entre os anúncios e estoque físico, mostrando se há estoque do produto na loja e em seguida, ao clicar no anúncio, o usuário é redirecionado a uma landing page com as informações sobre o produto e com os call to action: Ligar, Rotas ou comprar on-line. Além disso alguns veículos como o Google e Facebook, já possuem KPis de stores visits (mensuração de visitas aos seus locais físicos). A funcionalidade ainda se encontra em fase beta, disponíveis apenas para alguns anunciantes.

Não há como negar que a perspectiva para o varejo será Omnichannel. Seu público utiliza diversos dispositivos e canais para obter informações de um produto e realizar suas compras e precisam de experiências digitais cada vez mais integradas. Com esse cenário por que não fazer a sua marca andar a passos largos?

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