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Qualidade de Vida 4 MIN DE LEITURA

Afinal, você sabe o que é essa tal da Síndrome de Burnout?

Raissa Fernanda

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Sabemos o quanto é difícil levantar da cama quando o nível de trabalho está excessivo e você mal consegue marcar um chopp com os amigos devido à exaustão. E embora, grande parte dos seus amigos já tenha te dito que é ‘normal’, é melhor ficar atento – Pode ser Síndrome de Burnout. Se você não conhece, neste post, vou te explicar melhor o que é a Síndrome de Burnout e como ela está diretamente ligada à sua relação com o trabalho.   

Você não está sozinho

Descoberta pelo médico americano Freudenberger em 1974, a Síndrome de Burnout é diagnosticada como transtorno psíquico de carácter depresivo. Mas não se assuste, de acordo dados levantados pela Associação Nacional de Medicina do trabalho, mais de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem de Burnout. Que nada mais é que, o cansaço excessivo relacionado ao seu gerenciamento de trabalho – Aqui não estamos falando do seu chefe e sim da forma como você encara as situações de conflito que seu trabalho te proporciona,ok? – as responsabilidades atribuídas à sua função, situações de stress e conflito, entre outras. 

Ou seja, de acordo dados mais recentes do IBGE, o Brasil tem 74 milhões de brasileiros economicamente ativos, 30% disso é bastante coisa né? 

Vamos responder algumas das perguntas mais frequentes sobre o tema: 

Principais características da Sindrome de Burnout 

O Burnout tem como principal característica a exaustão crônica e estresse, ocasionado pelas condições de trabalho, psicológica, emocional e até física – Embora seja uma síndrome psíquica a forma como vc reage tem manifestações físicas comprovadas – Muito propensa a se manifestar em pessoas que possuem funções que exigem relacionamento interpessoal direto e em alguns casos intenso. Algumas das características, são:

  • Necessidade de reconhecimento e auto afirmação profissional;
  • Tristeza Profunda; 
  • Imediatismo – Excesso de dedicação;
  • Dificuldade de sair da cama, sair com os amigos, dormir; 
  • Dar mais prioridade ao contato via e-mail a fim de evitar reuniões e socializações que julga ‘desnecessária’;
  • Agressividade;
  • Nervosismo;
  • Colapso Físico e mental;
  • Sensação de correr e não chegar a lugar nenhum;

Como é feito o diagnóstico da Síndrome de Burnout?

O diagnóstico da Síndrome de Burnout é feito por profissionais da área psicoterapêutica(Psicologos e psiquiatras). Caso você tenha se identificado com algumas das características que descrevemos acima, talvez seja hora de procurar um profissional de sua confiança para bater um papo. Mas é essencial para iniciar o tratamento, que você identifique os fatores determinantes que te levam a essas situações de stress. Você anda se alimentando bem? todos os dias é uma nova desculpa para ficar até tarde no trabalho? Os prazos nunca acabam de chegar? Respira!  

Burnout não é uma condição médica reconhecida pela OMS(Organização Mundial de Saúde) mas listada pela mesma como ‘fenômeno ocupacional’. O que significa que afeta seu desenvolvimento profissional e pessoal. Por isso, o acompanhamento médico é extremamente importante, principalmente em casos mais graves.

Qual o tratamento?

Tratamento terapêutico é essencial para não agravar o caso de Burnout. Em alguns casos, de acordo análise do terapeuta é indicado até o consumo de antidepressivos e ansiolíticos. 

Também é hora de parar de inventar desculpas para iniciar a prática de exercícios físicos. Não é muito difícil e nem precisa se esforçar para além da conta. Um passeio no parque, uma caminhada, alongamento, yoga, o que se encaixar melhor com seu perfil e que te dê prazer ao mesmo tempo. 

É preciso também cuidado com a quantidade de demanda e exposição à situações de stress, gerenciar o tempo dedicado para trabalho e as condições do mesmo. O cuidado com a ingestão de álcool e drogas também deve ser aumentado. Quem não gosta daquela cervejinha de sexta-feira à noite, não é mesmo? Mas é bom dar uma maneirada. Afinal, o uso de álcool e drogas afeta diretamente o julgamento e distorção da noção de realidade de quem o consome, além de reduzir os efeitos de remédios prejudicando o tratamento.   

Como comunico minha empresa?

Após o diagnóstico médico, chega a hora de comunicar a empresa. Se bater aquele friozinho na barriga, não se preocupe, assim como para você é importante ser um profissional comprometido e saudável para sua empresa deve ser igualmente importante a saúde do funcionários. Afinal de contas, a maquina da empresa não funciona sem a pecinha principal, as pessoas. Então seja honesto sobre os motivos que te levaram à essa exaustão e negocie com a sua empresa como podem te apoiar com a sua recuperação. Seja reduzindo frequência de trabalho, remanejando tarefas ou reduzindo volume de atividades.

Como faço para prevenir a Síndrome de Burnout?

Para prevenir um caso de síndrome de Burnout, é necessário uma mudança de estilo de vida. Que envolve reavaliar a sua relação com o trabalho e como você cuida da sua saúde. Aquela conversa de que dormir adequadamente ajuda à saúde, não é balela. Alguns outros pontos importantes de se prevenir um quadro de síndrome de Burnout, são:

  • Tenha atividades que não envolvam diretamente o trabalho. Fuja da rotina diária (saia para comer em um restaurante, vá ao cinema);
  • Retome suas relações pessoais. Esteja mais em contato com amigos e familiares;
  • Converse com alguém de confiança, se possível, um profissional;
  • Mantenha sempre o equilíbrio entre vida profissional e pessoal; 

O importante mesmo é sempre lembrar que nossa vida é o equilíbrio de várias metades(Social, Espiritual, Amoroso, Educacional, profissional entre outros) e manter essas metades em equilíbrio é o que vai garantir mais qualidade de vida para você.  Não é sobre ser um profissional “mais ou menos”, não entregar os prazos ou não corresponder ao prometido na empresa em que trabalha, mas saber a importância de ter uma vida além do trabalho para seu desenvolvimento pessoal, profissional e mais importante, com a sua saúde. 

Agora que você conhece um pouco mais sobre a Síndrome de Burnout, conte pra gente o que você pensa sobre o assunto. Se reconhece em algum dos tópicos citados? Não deixe de compartilhar também nas suas redes sociais.

Foto: Sebastian Herrmann / Unsplash

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Correspondente Internacional e Produtora de conteúdo, com 7 anos de experiência em Marketing e Comunicação Social, decidi compartilhar meu conhecimento com o mundo e tecer devagarzinho de letras e cores um mundo melhor, começando por mim. E passando(quem sabe) para você.

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Reclamar te impede de ser feliz

Se analisar criticamente, nos acostumamos tanto a reclamar, que o simples ato de fazer uma reclamação virou um hábito tão natural que às vezes nem percebemos que estamos fazendo.

Raissa Fernanda

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Colegas de trabalho realizando o ato de reclamar demais
Foto: Jopwell / Pexels

A palavra reclamar vem do Latim reclamare, que significa: “gritar, protestar contra”.

Uma reclamação surge de uma insatisfação ou incômodo que você tem de forma constante ou momentânea sobre algo ou alguém. E o ato de reclamar – de forma explícita – é composto pelo ato de colocar esse incômodo para ‘fora do peito’ em voz alta(em uma conversa com amigos ou colegas de trabalhos)

Se analisarmos criticamente, nos acostumamos tanto a reclamar, que o simples ato de fazer uma reclamação virou um hábito tão natural que às vezes nem percebemos que estamos fazendo. E a verdade por trás desse hábito é que ele é de fato: TÓXICO. Produzi esse texto para te contar um pouco do porque reclamar não funciona, mas pra isso precisamos entender o porquê reclamamos, afinal.

Por que reclamamos

Existe no nosso cérebro algo conhecido como viés de negatividade – que é a nossa capacidade de prestar atenção e focar muito mais nas coisas negativas do que nas positivas.

Inicialmente feito pelos nossos antepassados, o viés de negatividade era uma forma de despertar o instinto de sobrevivência, responsável por mantê-los vivos e alerta a qualquer sinal de perigo.

Quando reclamamos estamos enviando ao nosso cérebro a informação que reativa esses neurônios responsáveis por esse viés, lançando na nossa corrente sanguínea o hormônio: Cortisol. Responsável por nos manter alerta em situações de perigo e também maior responsável pelo stress.

Mas a verdade é que, quanto mais esse comportamento é replicado com frequência, mais estamos expostos a problemas de saúde como a queda do nosso sistema imunológico, risco de doenças de Alzheimer, cardiovasculares, e o mais comum na nossa sociedade: Ansiedade e depressão.

Temos isso incorporado na nossa cultura, na forma como agimos, como nos relacionamos com as pessoas, no ambiente de trabalho e muitos outros. E esse excesso de incômodos, podem surgir de diversos motivos, seja devido há horas de trânsito mal organizado, corrupção, uma burocracia sem fim às vezes para realizar tarefas simples, economia em crise, a falta de segurança nas ruas e muitas outras coisas que nos incentivam ao ato de reclamar.

Mas qual o problema em reclamar?

Nenhum. A verdade é que reclamar, não é um problema, afinal seria impossível viver um vida completamente isenta de reclamações, ainda mais pelos fatores que citei acima. O problema acontece quando você percebe que ‘perdeu a mão’.

Quando começamos a reclamar sem se quer nos darmos conta do por que fazemos, destilando pequenos comentários negativos sobre quase tudo: O clima, a demora em uma fila, a demora de atendimento, etc.

Você deve estar pensando: Ah! mas eu não reclamo, eu só comento. Mas a verdade é que você reclama, sim! Muitas vezes sem nem perceber. Se ainda assim, vc se fizer uma auto-critica e concluir que não é reclamar, volte ao primeiro parágrafo desse texto.

Por que reclamar está te impedindo de ser feliz?

Uma pesquisa feita recentemente mostrou que 95% das vezes que estamos insatisfeitos, seja com um produto ou a forma como fomos tratados por alguém, reclamamos com em média 16 pessoas antes de buscar resolver o problema com a empresa responsável ou a pessoa em questão. E isso impacta diretamente a forma como você vive sua vida.

“Quando você enxerga apenas o lado negativo das coisas, você abre mão de ver o lado bom delas também”.

Os nossos pensamentos tem influência direta na criação da nossa realidade. e isso envolve toda a conexão mente e corpo. A mensagem negativa que enviamos ao nosso corpo reflete na forma como agimos, tornando as coisas ao nosso redor negativas e consequentemente mais tristes também.

Você já avaliou qual o benefício de um comentário negativo antes de fazê-lo? Para que você entenda como colocar em prática o ato de parar de reclamar, separei algumas dicas para te ajudar a parar de reclamar para viver de forma mais leve.

Algumas dicas para você parar de reclamar:

  1. Avalie se você não reclama por osmose:
    Você é daquelas pessoas que fazem pequenos comentários negativos a quase tudo ao seu redor. Avalie com atenção. Pois além de ser uma ação à princípio inofensiva, pode ser absolutamente tóxico, influenciando as pessoas ao seu redor a se tornarem mais suscetíveis a reclamar.
  2. Avalie se você reclama por que quer desabafar:
    Faça o exercício de se auto avaliar e perceber quantas vezes por dia você reclama. Quando estiver fazendo isso, reflita qual a solução para o problema do qual eu estou reclamando? existe solução para o problema ou eu estou só chamando a atenção? Às vezes a reclamação vem como forma de suprir uma carência. Afinal, no momento em que você está reclamando você está também, recebendo a atenção de alguém. Entretanto, reclamar por reclamar, também influencia ao próximo, pois você o coloca em uma situação onde a outra pessoa não pode fazer nada para ajudar.
  3. Reclamação sobre coisas que estão fora do controle:
    “esta muito frio”, “esta muito calor”, “Que demora!”. Pense se você tem controle sobre a situação ou se reclamar sobre ela vai ajudar na solução do que está te incomodando. Se não, avalie se vale a pena se irritar ou reclamar apenas por reclamar.

Se você é uma dessas pessoas que reclamam de tudo, ou se você conhece alguém que é assim, não deixe de compartilhar esse conteúdo, pois é momento de repensar nossos hábitos. A fim de buscar ser a melhor versão de nós mesmos sempre, né?

Siga acompanhando o Jornal140 para conteúdos como este e muito mais.

Até a próxima 😉

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Autismo: Tecnologia e senso de comunidade

Como a tecnologia e o senso de comunidade podem ajudar as pessoas com autismo

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Foto: stem.T4L / Unsplash

Não sei se todos me conhecem, portanto, acho legal uma breve apresentação. Me chamo Caio Bogos, tenho 24 anos e estou no último ano de Sistemas de Informação. No começo do 2019, juntamente com alguns amigos, fundei a Puzzle, uma plataforma para ajudar as pessoas que lidam com crianças com autismo. Essa plataforma irá entrar em fase de testes no mês que vem.

No fim do ano passado, juntamente com a Joyce Rocha (a minha sócia na Puzzle), fundamos a iniciativa Autismo Tech. Essa iniciativa busca levantar grupos de discussão, a fim de conversarmos sobre o autismo, tecnologia, design e comunidade.

A partir dessa iniciativa, surgiu a oportunidade de organizarmos o nosso primeiro Meetup. As discussões deste 1º meetup, como não poderia deixar de ser, abrangeram temas como contexto geral sobre o autismo, mercado de trabalho e tecnologia para autistas e design acessível. Esse Meetup ocorreu no dia 05/12/2019, na FIAP Aclimação. Nesse breve artigo, gostaria de focar em três pontos principais: Inclusão, tecnologia e design.

Adaptações Necessárias

Durante todo o planejamento do evento, eu e a Joyce pensamos em formas de adaptar o espaço, a fim de receber o máximo de pessoas possível. Uma das primeiras das nossas iniciativas foi mandar um questionário para as pessoas que se inscreviam no evento. O porquê desse questionário? Bom, ele foi importante para entendermos melhor qual seria o nosso público e quais eram as suas necessidades.

A lição que tiramos disso é: Perguntar não ofende. Somente perguntando é que conseguimos ter uma visão geral do público e, com base nisso, começar a pensar em soluções para tornar o grupo mais inclusivo possível.

O nosso 1º meetup teve um percentual expressivo de inscrições de autistas e pessoas com deficiência. Isso já mostra que a comunidade está ativa e busca discussões sobre o tema.

Aqui vão algumas adaptações que fizemos no evento, a fim de deixá-lo mais inclusivo:

  • Retirada de algumas luzes do ambiente, a fim de não agredir as pessoas com uma sensibilidade maior a luz;
  • Compra de abafadores de ouvido, pensando que algumas pessoas podem se sentir desconfortáveis com os possíveis barulhos do ambiente;
  • Contratação de dois intérpretes de libras;
  • Solicitação que as palmas sejam feitas apenas ao final do evento.

Com essas soluções simples, conseguimos incluir as mais diversas pessoas no evento. Isso mostra que, às vezes, não são necessárias grandes adaptações no espaço. Apenas faça!

Tecnologia e Autismo

Antes de entrar nos aspectos tecnológicos, é importante frisar a necessidade de nos cercar de especialistas no assunto. No meetup tivemos a presença da Dra. Elise Lisboa. Essa participação foi muito importante para contextualizar sobre alguns aspectos do autismo e, principalmente, abrir a nossa cabeça sobre o que é efetivamente o Autismo, quais as formas de diagnóstico e quais as ações a serem tomadas. Toda essa contextualização foi super útil para entrarmos no tema da tecnologia em si.

A tecnologia e como ela pode ajudar a comunidade com autismo, foi um dos aspectos mais importantes deste meetup. É imprescindível destacar as participações do Eraldo Guerra, CEO e fundador da CanGame, um aplicativo focado nas pessoas com autismo. Além disso, durante essas discussões, chegamos a conclusão de que não faz sentido “tecnologia por tecnologia”. O que faz sentido é nós utilizarmos a tecnologia com o propósito de ajudar o máximo de pessoas possível.

É isso que o Eraldo se propõe com a CanGame e é isso que eu e a Joyce propomos com a Puzzle. Sempre é necessário ter o fator humano na jogada!

Design

O último ponto que eu gostaria de destacar deste meetup é a parte do Design acessível. Tivemos uma palestra da excelente Talita Pagani – UX Designer e mestre em ciência da computação. Através dela tivemos um panorama muito interessante sobre como construir interfaces web acessíveis para pessoas com autismo.

Pensar nesses pontos é extremamente essencial. Afinal, vivemos em um mundo cada vez mais conectado e integrado. Pensar em soluções desse tipo, na minha opinião, é um dever das pessoas, pois a internet precisa ser o mais inclusiva possível.

Aqui fica o contato da Talita: http://talitapagani.com/

Fomentar a comunidade

Como disse acima, criamos a AutismoTech para movimentar a comunidade e buscar soluções para as pessoas com autismo. E, já no nosso primeiro meetup, conseguimos um bom resultado.

Para esse ano, estamos planejando a execução de um Hackathon focado em desenvolver soluções para as pessoas com autismo. O diferencial desse Hackathon é a inclusão das próprias pessoas com autismo nos grupos, pois, quem melhor do que o próprio autista para pensar em soluções que irão ajudá-lo? Isso nos lembra da necessidade de colocar o autista no centro! Sempre.

Em breve iremos divulgar mais informações sobre o Hacka. Por ora, podem acessar o site da iniciativa: http://autismotech.com/

Agradecimentos

Bom, essa iniciativa não seria possível sem o apoio de alguns parceiros e amigos. Primeiramente, gostaria de destacar a atuação do Guilherme Estevão, Head da FIAP. Há algum tempo, o Guilherme tem sido essencial para as nossas iniciativas (Puzzle, AutismoTech, etc).

Não poderia deixar de agradecer também os palestrantes que toparam participar desse 1º meetup:

  • Amanda Rabelo e Thaysa Torres – Designers no Comitê Paraolímpico Brasileiro;
  • Dra. Elise Lisboa – Doutora em Psicologia e dedicada ao desenvolvimento humano;
  • Eraldo Guerra – Mestre em Engenharia de Software e fundador da CanGame;
  • Talita Pagani – Especialista de UX e acessibilidade web;

Além disso, não poderia deixar de agradecer muito minha sócia – Joyce Rocha – pela parceria e amizade.

Enfim, vamos juntos construir soluções!

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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