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Comportamento Digital

Shùzìhuà zhuǎnxíng ou transformação digital em chinês

Rodrigo Sassi

Publicado

em

Vinte anos atrás escutamos “A China vai dominar o mundo!” e, cinco anos depois, nós efetivamente vimos a China se tornar uma potência econômica com a ascensão – mais rápida – que mundo pós revolução industrial já viu.

Apesar do crescimento assustador, a baixa credibilidade do produto chinês consolidou sua posição de lowcost com baixa durabilidade durante os anos seguintes. Até que o setor de luxo viu a oportunidade de aumentar suas margens, utilizando a capacidade de adaptabilidade da indústria chinesa e seu baixo e  – polêmico – custo de mão de obra. 

Pensa que pararam por aí? Óbvio que não, era apenas o começo da era das oportunidades da 4ª Revolução Industrial.

O empresários locais, rapidamente, responderam à oportunidade e modernizaram seu pólo industrial e começaram a investir em tecnologia de ponta para otimizar seus processos e reduzir ainda mais o seu custo. 

Investimento este que produziu os próprios campeões chineses como Lenovo, Xiaomi e Huawei, com know-how suficiente para ameaçar a hegemonia de gigantes da tecnologia, como a IBM, Apple e Samsung. As gigantes chinesas aparecem como “celeiros” de novos modelos de negócios, muitas vezes com modus operandi totalmente diferente do que ocorre no ocidente. 

Atualmente, nem a inovação é mais o suficiente para os chineses. É necessário ser disruptivo. 

Mas, o que é ser disruptivo? 

Entenda disruptivo como modelos de negócios soberanos, que irão inverter a lógica das indústrias e inutilizar outras opções. 

Segundo o estudo realizado pela MJV (aconselho a leitura completa!!), existem 3 novos modelos de negócios com potencial para transformar a lógica atual de consumo: 

1) New Retail & O2O. O Alibaba Group controla 80% do e-commerce na China. Jack Ma, fundador do conglomerado escreveu uma carta para seus acionistas, em 2017, sobre a nova estratégia das empresas do grupo para os próximos anos, a chamando de “The Five New”.

New Retail | New Finance | New Manufacturing New Technologies | New Energy

O New Retail é um mix entre logística, cadeias de suprimento, sistemas de pagamento, automação e tecnologias – por exemplo, a Inteligência Artificial. Obrigatoriamente, deve-se olhar para todas essas frentes com a visão do cliente e objetivando a experiência de compra perfeita.

O pilar principal do new retail é o online-to-offline (O2O), que busca, gradualmente, derrubar todas as barreiras entre o mundo físico e o virtual. A estratégia unifica a experiência de compra e políticas comerciais da empresa, simplificando a tomada de decisão do cliente. 

Podem me perguntar: “se os custos das lojas são muito maiores do que os do e-commerce, por que manter pontos de venda físicos?” 

A resposta é mais simples do que você imagina! Porque o online ainda não é o campeão do varejo. Pesquisas indicam que, cerca de 80% das vendas, ainda acontecerão em lojas físicas até 2020. 

Se você é daqueles que diz “QR nunca pegou, tecnologia que nasceu e morreu!”, aqui vai mais uma novidade para você.

Recentemente, a Amazon lançou o Amazon Go, o supermercado do futuro. Para entrar na loja, basta escanear um código no app. Feito isso, é só pegar na prateleira o que você quer levar e ir embora. O sistema irá debitar em seu cartão de crédito o valor da compra. Simples assim, sem filas e sem aborrecimento.

Provavelmente o exemplo campeão seja o Hema Supermarket, do grupo Alibaba, uma loja de conveniência modelo em O2O. Você pode até mesmo comprar os ingredientes e se dirigir ao restaurante do supermercado que um chef vai cozinhar para você os itens escolhidos!

No New Retail, vemos que o físico e o digital tendem a se tornar algo único, onde podemos aliar o que há de melhor em experiência e praticidade para entregar conforto para os clientes e melhores resultados para os negócios.

2) Super apps & Omnidata

Os super apps são resultado da era da informação. 

Costumo dizer: “Na internet, se o serviço é de graça, o produto é você!”

A premissa básica é a mesma das mídias sociais: manter o usuário conectado o maior tempo possível! Como, o instagram que aplica técnicas de shopping centers físicos – para o cliente entrar em inércia e não “perceber” há quanto tempo está consumindo dentro do sistema.

Ao contrário do ocidente, onde existe a hipersegmentação de serviços em sistema, os chineses vão na contramão, e buscam agregar a maior quantidade de produtos e serviços em um mesmo sistema!

Já ouviram falar do WeChat? 

WeChat é um aplicativo de uma gigante chinesa do ramo digital, concorrente do WhatsApp – que em apenas 8 anos de vida – ultrapassou, recentemente, a marca de 1 bilhão de usuários ativos.

No decorrer do tempo, o app acumulou funcionalidades para entregar praticidade. Além das trocas instantâneas de mensagens, permite pedir comida, publicações em redes sociais, pagamentos e até mesmo, contratar serviços de car sharing. É o exemplo perfeito da conversão de multifunções em uma única plataforma

Sabem qual é o resultado dessa técnica? Maior informação coletada sobre cada um dos clientes, a fim de melhorar o poder de oferta just in time.

A nova descoberta é transformar o omnichannel em omnidata.

3) Platform Thinking

 Platform thinking é um modelo de negócios digital que promove uma cultura de co-criação entre os diversos atores de um negócio, inclusive o público final do produto. Seu objetivo é descentralizar o conhecimento para desbloquear novos níveis de inovação nas empresas. 

Em um mundo, em que todos são produtores de conhecimento, é ingenuidade pensar que teremos sempre as melhores soluções. O platform thinking expande os limites dos escritórios e constrói um ecossistema que conecta o conhecimento, dentro da organização, com insights externos. 

O método tem origem nos chamados “knowns unknowns” — a ideia de que o conhecimento que detemos é sempre menor do que aquele que ainda não possuímos.

Tá! Isso não é novidade, até o Sócrates já falava isso! O que China tem a ver com isso?

Podemos dizer que eles recriaram o platform thinking! As startups chinesas estão superando os resultados dos tradicionais unicórnios, do Vale do Silício. 

Dois exemplos podem nos mostrar bem a imagem da grande capacidade de adaptação e seus ecossistemas de inovação. O primeiro é o Uber, que foi encurralado e se viu obrigado a vender sua operação para a concorrente local, a DiDi Chuxing. Sim, a mesma DiDi que adquiriu a 99, nosso primeiro unicórnio brazuca!

Por último, a Tencent Holdings, dona do super app WeChat, já superou o valor de mercado do Facebook, dono do WhatsApp. 

Incluir participação externa para otimizar processos das organizações é uma das melhores maneiras de desenvolver novas capacidades e escalar negócios em longo prazo. 

Acredito que já perceberam: a China está alcançando o que não era nem imaginável! Como dito, no relatório: a balança,  definitivamente, está se inclinando para o lado chinês.

As palavras em questão são: criatividade, adaptabilidade com inovação e oportunidade. Essa é a meta do meu negócio e que tento repassar para os meus clientes; a clareza de que uma boa observância do ambiente de negócios e seu público alvo, faz muita diferença.

Porém, não é só! A disrupção é necessária e benéfica a todos, tanto como sociedade, quanto como empresa. 

Que tal aprendermos, mesmo que um pouco, com a China?

Foto: China Morning Post

Rodrigo Sassi é Fundador da Inpyx - Software & Data House, comunicador social, especializado em branding. Pós graduando em AI, Data Science e Big Data. Está em constante busca do aperfeiçoamento da eficácia e integração tecnológica.

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Comportamento Digital

Digital Disruption, um fenômeno sem fim

Sergio Kulpas

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Digital Disruption” parece o nome de um videogame bem violento, tipo GTA ou Counterstrike. Ou um desses filmes de ação e pancadaria, tipo “Duro de Matar” ou “Busca Implacável”. Mas é um fenômeno muito mais amplo do que a mera violência imaginária.

A palavra “disruption” não tem uma tradução exata para o português – podemos traduzir por “ruptura” ou “rompimento”, mas essas palavras não representam bem a ideia do original, O termo tem sido aportuguesado para “disrupção” ou “disruptura”, mas o verbo em português é “diruir” ou “derruir”, que significa “desmoronar”. Ou “virar do avesso”.

A “disrupção digital” significaria então o processo de transformação radical, intensa e muitas vezes explosiva que a mídia vem sofrendo desde a chegada da internet em mercados que estavam sedimentados e lucrativos havia muitas décadas.

Os meios impressos foram os mais atingidos pelo formidável impacto desse desabar de arestas. Ao longo de pouco mais de duas décadas, uma indústria global com dezenas de milhares de títulos e faturamento sólido viu seus anunciantes migrarem para a novidade na tela do computador. A ideia de anúncios instantâneos e eficientes com distribuição mundial foi arrebatadora desde o primeiro momento.

E não dá o menor sinal de parar ou reverter a marcha. Uma edição recente do Digital News Report, publicado pelo Reuters Institute for the Study of Journalism crava os últimos pregos no caixão da velha mídia impressa. A pesquisa foi feita com consumidores de notícias nos EUA, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, França, Itália, Espanha, Dinamarca, Finlândia, Brasil, Japão e Austrália. A conclusão é letal: os “jornais” do futuro só existirão em formato eletrônico, nas telas de aparelhos móveis como celulares e tablets, e em parceria com alguma grande empresa de tecnologia, como o Google, Facebook ou Apple. Títulos tradicionais como o New York Times ou o Wall Street Journal já são obrigados a concorrer em pé de igualdade (ou até com desvantagem) com novos players puramente digitais, e com serviços de notícias distribuídos via WhatsApp ou SnapChat.

Uma análise da Forbes diz que três palavras vão mudar a indústria jornalística para sempre: “millennials” (a geração nascida a partir de 1980), “mobile” e “social”. Jovens conectados à internet desde a infância, e que ecoam em suas vidas o passo rápido dos ritmos digitais. Centenas de canais, nenhum canal.

A indústria fonográfica está sobrevivendo basicamente através de transplantes e enxertos. Os formatos físicos praticamente desapareceram, e a “loja de discos” já foi para o mesmo museu onde se encontra a “locadora de vídeos”. Até mesmo a venda digital de músicas ou álbuns cedeu lugar a uma grande variedade de serviços de streaming, que funcionam por assinatura e tem catálogos literalmente infinitos. Se orgulhar de uma grande coleção de vinis ou CDs é basicamente um fetiche nos dias de hoje, em modalidades amadoras ou profissionais. Os compositores e intérpretes podem viver hoje de uma combinação de micropagamentos de royalties desses serviços e do faturamento de turnês de apresentações ao vivo – que podem ser muito estressantes, mas aposto que dão mais satisfação e dinheiro do que os antigos contratos com as gravadoras. Madonna que o diga.

A televisão se manteve (e ainda se mantém) menos corroída pelo ácido de bits. Mas isso está mudando também, e bem depressa. O New York Times publicou um artigo falando sobre a explosão de ofertas de televisão no mundo digital, um leque de serviços que inclui o Netflix, Apple TV, Sony Playstation e serviços on-demand de várias redes e canais a cabo como HBO, Showtime, NBC, etc.

A “derruição digital”, o “desmoronamento eletrônico” da cultura, vai continuar por muito tempo, e é cedo demais e nebuloso demais para qualquer exercício de futurologia que não seja simplesmente ridículo.

Os chamados “hipsters” estão hoje desfilando em público com antigas máquinas de escrever Remington, câmeras analógicas Roleiflex. Enchem suas estantes com LPs e estão comprando velhas coleções de enciclopédias em sebos. Esses tecno-fetichistas recuperaram velhos VCR Panasonic para exibir fitas de vídeo VHS – os mais hardcore apostaram nos aparelhos Sony e no formato Betamax. É claro que é apenas uma pose, um jeito de corpo.

Mas uma grande tempestade solar no futuro pode tornar a casa desses chatos o único lugar que restará para se confirmar que a capital da Namíbia é Windhoek, ou para ouvir “The Lamb Lies Down on Broadway” ou a bossa nova de João Gilberto.

Foto: William Iven / Unsplash

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Comportamento Digital

Traição e mentira na era da Internet dos Objetos

Sergio Kulpas

Publicado

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Marcelo Rinesi, chefe de tecnologia do Institute for Ethics & Emerging Technologies, publicou um artigo preocupante no final de 2015 sobre o escândalo envolvendo os carros a diesel da Volkswagen nos EUA. Rinesi diz que o a VW não fabricou um automóvel com defeito “por engano”, mas programou de propósito o sistema do veículo para enganar de modo “inteligente” os testes obrigatórios de emissão de poluentes. A acusação é muito séria, e Rinesi argumenta com várias evidências sobre o caso.

O episódio ilustra uma tendência muito séria: até pouco tempo atrás, as normas e regulamentações levavam em conta que os seres humanos cometem erros e delitos, dentro um universo físico confiável. As pessoas podem sentir a tentação de mentir, se os benefícios forem maiores que os riscos, mas os objetos (incluindo computadores) não mentem. Pergunte a qualquer pessoa se ela sempre usa o cinto de segurança, e a resposta será sempre passível de suspeita. Por outro lado, um teste de eficiência aplicado a uma simples lâmpada sempre dá respostas honestas. É claro que as coisas quebram, e podem se comportar de modo imprevisível, mas não são estrategistas – elas não escolhem mudar de comportamento com o objetivo de enganar algum ser humano desavisado. “A matéria não é mal-intencionada”, nas palavras de Rinesi.

Agora isso mudou. Os objetos agora têm chips e sensores embutidos, e softwares que rodam algoritmos estratégicos. Rinesi diz que as empresas se sentirão cada vez mais tentadas a “ensinar” seus produtos a mentir estrategicamente, apesar dos riscos elevados de uma punição. As empresas vão aprender a aplicar esse golpe tecnológico de modo cada vez mais eficiente.

Como no caso da Volkswagen, as normas ambientais serão alvo preferencial de novas fraudes eletrônicas, feitas de modo estratégico e lucrativo. Mas existem muitas outras áreas com potencial para fraude. Os softwares embutidos no seu carro, TV ou balança de banheiro podem cumprir todas as regras de privacidade estabelecidas em contrato, mas basta um upgrade no software para transformar essas máquinas em espiões, enviando dados para o fabricante — que vai obter um belo lucro com suas informações pessoais. E essa lista inclui itens sensíveis como equipamentos médicos, próteses, implantes e marca-passos.

Um dos grandes problemas da Internet das Coisas (IoT) é justamente esse: todos os objetos terão softwares atualizados continuamente, sem controle, sem fiscalização. Centenas de milhões, até mesmo bilhões de objetos ao redor do mundo. E nesse mundo onde cada aparelho interage e depende de uma infinidade de outros aparelhos, o software da marca X pode fazer o aparelho da marca Y sofrer uma queda de qualidade, de propósito – mas não quando o fiscal estiver olhando. Rinesi chama isso de “comportamento dinâmico” do software, que muda de acordo com as condições percebidas pelos sensores.

Rinesi prevê um futuro onde o modo como nós experimentamos o mundo será cada vez mais um reflexo da relação das pessoas com computadores e com a internet (uma vez que todos os objetos serão computadores conectados, afinal de contas). Da mesma forma como temos a sensação de que nossos computadores são máquinas meio obscuras, cheios de programas que nós não instalamos que fazem coisas sem nosso conhecimento, para beneficiar empresas sobre as quais nunca ouvimos falar, os objetos mais prosaicos poderão executar várias tarefas sem nossa permissão ou conhecimento. A coleta furtiva e não declarada de dados pessoais será cada vez mais ampla e universalizada.

Esses programas ocultos poderão ser apenas chateações, que tornam a máquina mais lenta e ineficiente, ou ser decididamente mal-intencionados. Seu aparelho de ar-condicionado deixaria de funcionar tão bem depois que você instala um termostato de uma marca concorrente, por exemplo. Sua smart-TV é programada para reconhecer comandos por gestos, mas não é um tanto suspeito que ela só ofereça downloads de filmes da Disney quando as crianças estão na sala? Ou imagine que seu carro sem motorista reduza a velocidade para dar passagem a modelos mais caros da mesma marca em uma rua.

Essas estratégias dificilmente serão legais no sentido jurídico e regulatório, mas como serão muito lucrativas e com os softwares cada vez mais eficientes em esconder seus rastros dos agentes de fiscalização (e dos usuários), será difícil detectar as fraudes.

Os custos ambientais e para a saúde pública da fraude da VW foram bem elevados, mas podem ocorrer casos ainda piores. Rinesi diz que a falta de uma regulamentação estrita e mundial sobre a Internet das Coisas é similar ao mercado financeiro global. A comparação é assustadora: as recentes fraudes financeiras de grandes bancos jogaram o mundo inteiro em recessão, e a maioria dos seus responsáveis sequer foi multada – os culpados deixaram os cargos executivos, mas continuam livres e aproveitando a vida como bilionários.

Um outro aspecto preocupante é que as corporações (como a GM, a Apple ou a fabricante de tratores John Deere) usam a famigerada lei de copyright eletrônico “Digital Millennium Copyright Act” (DMCA) para se blindarem contra uma fiscalização mais profunda das autoridades, e mesmo contra a xeretagem legítima dos proprietários dos objetos e aparelhos, que deveriam ter todo direito de fuçar nas máquinas compradas por eles e mudar o que bem entendessem.

Advogados da John Deere ameaçam processar os donos de tratores que tentarem acessar o software dos veículos – a GM fez o mesmo. A ideia das empresas é que o fato de você pagar muitos milhares de dólares por um carro ou trator não o torna dono do veículo. Você comprou uma “licença de uso” de um equipamento, que continua sendo do fabricante, e continua trabalhando para o fabricante. Um trator moderno da John Deere coleta e envia um grande volume de dados sobre solo, cultivo, umidade, uso de fertilizantes, etc. O fabricante compartilha apenas uma parte desses dados com o fazendeiro “dono” do trator. Essa atitude da empresa está fazendo muitos fazendeiros optarem por tratores “analógicos”, sem computadores. Infelizmente, são poucos os casos onde o consumidor pode optar por versões analógicas dos produtos.

Talvez haja esperança no combate a esse tipo de fraude digital cometida em escala corporativa. Em um artigo para a Wired, Kyle Wiens, co-fundador e CEO da iFixit, diz que organizações não-governamentais como a Electronic Frontier Foundation e representantes do Congresso dos EUA estão propondo mudanças na DCMA para reduzir o uso abusivo da lei pelas empresas e dar mais poder aos consumidores para saber o que se passa dentro dos objetos digitais cada vez mais presentes em nossa vida. Existem iniciativas similares na Europa e em alguns países da Ásia.

Ou talvez, como dizem os famigerados Borgs da série Jornada nas Estrelas, “resistir é inútil”.

Foto: Matthew Guay / Unsplash

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