Siga-nos nas Redes Sociais

Negócios

Como anda o funil de vendas da sua empresa?

Antes de se aprofundar no assunto, precisamos entender cada detalhe do processo de um funil de vendas e como cada etapa é essencial para a tomada de decisões de clientes, além de uma definição das estruturas de como será a captação de novos clientes.

Publicado

em

Antes de se aprofundar no assunto, precisamos entender cada detalhe do processo de um funil de vendas e como cada etapa é essencial para a tomada de decisões de clientes, além de uma definição das estruturas de como será a captação de novos clientes.

O funil de vendas é uma concepção das etapas que um potencial cliente passará, desde o primeiro contato com a marca até o fechamento da venda de um produto ou serviço. Geralmente um funil de vendas é definido em três etapas como: Topo de funil (awareness), meio de funil (consideração) e final de funil (conversão). Cada fase do funil tem sua particularidade relacionado a estratégias, canais e comunicação até que o prospect chegue a conversão (final de funil).

Uma empresa que possuí um funil de vendas precisa levar em consideração algumas estratégias de branding, inbound marketing (assunto do artigo anterior), conteúdos, landing pages, SEO e mídia performance. É um processo que consiste em conduzir o seu cliente em cada etapa a partir do momento que o mesmo toma conhecimento da sua marca, até que o mesmo possa criar uma consideração pela sua empresa com o objetivo de leva-lo a conversão (venda).

Agora, vamos falar de cada etapa do funil e suas peculiaridades:

Topo de fúnil – Awareness

A fase de topo de funil é quando os visitantes descobrem que tem uma necessidade a ser resolvida através de um produto ou serviço que está relacionado a sua marca. Essa etapa o mesmo está à procura de produtos e serviços para resolução desse problema e consequentemente se depararão com a sua marca e posteriormente se relacionará com a sua marca, dessa forma a sua empresa começa a fazer parte da percepção desse consumidor.

Nessa fase, o papel da sua empresa é demonstrar total autoridade referente ao assunto procurado e assim oferecer conteúdos interessantes e e-books com o objetivo de aguçar ainda mais a curiosidade do visitante sobre o determinado assunto e dessa forma, induzi-lo a preencher um formulário para aprender mais sobre o assunto levantado.  A maioria das pessoas chegam até essa fase por muitos caminhos, como busca orgânica, redes sociais e mídias monetizadas.

Dessa forma, para que os futuros prospects possam avançar para a próxima etapa do funil, é necessário induzir os mesmos a fazem algum formulário em uma landing page e em troca das informações do visitante, é preciso oferecer alguma coisa, como um e-book, alguma informação de estrema importância para que ele se sinta a necessidade de fazer esse cadastro.

Meio do funil – Consideração:

Na etapa de meio de funil, o visitante já possuí um conhecimento da sua marca e consequentemente está na próxima fase em que está pronto para criar uma admiração da sua marca na vida dele. Nessa etapa os mesmos estão necessitados de maiores informações sobre o assunto que ele busca, ou melhor, em busca da solução para o assunto procurado. O papel da marca nessa etapa, é fornecer dicas e técnicas que possam ajudá-lo.

É preciso deixar claro que na fase da consideração, o seu objetivo é auxilia-lo e não tentar vender para o mesmo a qualquer custo, assim a sua marca aumenta a confiabilidade perante o público.

E como fazer isso? Lembrando que o mesmo já é um lead, é preciso um novo conteúdo, diferente dos conteúdos de topo de funil e assim, com conteúdo direcionado para ele com dicas e técnicas e assim, amadurecer o lead para a uma futura oportunidade de venda.

Nessa fase, os melhores canais utilizados, são: landing pages, e-books, e-mail marketing, postagens segmentadas para esse público nas redes sociais.

Fase final de funil – Conversão:

Nessa fase, os leads já foram devidamente trabalhados para se tornarem oportunidades, ou seja, estão praticamente preparados para serem abordados com um apelo maior de vendas ou por um departamento comercial. O público que se encontra nessa fase, não querem dicas ou técnicas para a resolução do seu problema e os mesmos tem total ciência que precisam adquirir um produto ou serviço para resolver essa questão. Além disso, sua marca já possui uma relação de confiança com esse público.

Essa relação de confiança estabelecida entre ambos, facilita para a concretização de uma venda e uma grande parceria entre ambos. Porém, nessa fase o mesmo já teve algum contato com seus concorrentes, sendo assim, é preciso ressaltar os diferenciais competitivos para cada solução.

Na fase da conversão, a utilização de cases, como clientes que utilizaram seus produtos ou serviços e obtiveram sucesso e a própria declaração deles através de um vídeo, influência de forma significativa na decisão do lead que está próximo a virar um cliente.

Agora que já definimos todas as etapas do funil é preciso otimiza-lo para o que os responsáveis possam conseguir conduzir o visitante em todas etapas do funil, dessa forma é preciso criar um processo de otimização e escala.

A otimização está relacionada a definição de indicadores de performance, analisando as taxas de conversões de cada etapa. Dessa forma será possível definir o peso ideal para cada estratégia e assim trabalhar com maior eficiência e diminuições de GAPS em todos os processos.

A escala está relacionada para que as pessoas possam executar as atividades esperadas para atingir os objetivos levantados para cada etapa, assim, o foco é a validação de cada momento como: validação de pixels para computação de audiência, validar se as informações estão sendo preenchidas de forma correta e se todas as mídias precisam estar parametrizadas.  É um processo bem delicado, porém, evita problemas futuros de mensuração de resultados e perda de clientes.

Um grande erro das empresas é descuidar das etapas e focar apenas no resultado final, esquecendo que cada pessoa possuí um tempo de maturação até chegar na conversão.

Por fim, um funil bem elaborado evita excesso de trabalho operacional, rentabilização do investimento e consequentemente vendas mais fáceis de serem concretizadas.

Foto: William Iven / Unsplash

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Lucas Gonçalves, formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e Pós-Graduado em Administração de Empresas pela FGV. Possui mais de 5 anos de experiência em marketing digital. Atualmente, atua na área de Mídia com foco em Performance e Estratégia Digital. Especialista em Google Adwords e DV360 (programática).

Continuar Lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Escreva um Comentário

Marketing

3 vantagens de ter um perfil comercial no Instagram

Neste artigo, você também vai aprender como mudar sua conta para conta comercial no Instagram.

Lai Dantas

Publicado

em

Foto: Unsplash

Conhecido por implementar mudanças ora bem recebidas, ora motivos de críticas e polêmicas, o Instagram é hoje uma das redes sociais mais utilizadas por empresas brasileiras. Inegavelmente o rei do engajamento sabe acompanhar as necessidades do público que tem e um exemplo claro é a opção de perfil comercial que disponibilizou.

Por consequência da atualização, marcas empresariais e pessoais passaram a ter acesso a informações fundamentais para a construção e manutenção das estratégias que desenvolvem para a plataforma, uma vez que curtidas e comentários já não são parâmetros de resultados há muito tempo.

Vantagens de ter um perfil comercial

Mensurar resultados

Com o perfil comercial, é possível obter dados como alcance, impressões, visualizações, cliques, dados demográficos (idade, cidade, gênero etc.), assim como saber quantas pessoas salvaram sua publicação, compartilharam seu post com outro usuário, visitaram seu perfil ou clicaram no seu site (caso tenha um).

O que isso significa? Ter acesso ao que funciona e ao que não funciona nos permite ajustar a estratégia, o conteúdo e até mesmo o investimento.

Inserir opções de contato

Outra vantagem é que você pode inserir informações públicas da sua marca, como endereço de e-mail, endereço comercial e telefone. Além disso, também é possível adicionar um botão de ação e, dessa forma, seus clientes poderão interagir com sua empresa a partir do seu perfil.

Comprar, agendar, reservar e iniciar pedido são algumas das opções disponíveis no momento.

Foto: Unsplash

Agendar publicações

Recentemente o Facebook liberou o agendamento de posts no Instagram. O mesmo vale para IGTV e tudo pode ser programado por até seis meses. Você só precisa ter um perfil comercial.

Nessa o Estúdio de Criação do Facebook mandou muito bem, já que antes, para manter a organização e o calendário de postagens em dia, era preciso recorrer a ferramentas pagas de gerenciamento de redes sociais.

Como mudar sua conta para comercial no Instagram

Siga o passo a passo:

  1. Em primeiro lugar, acesse as configurações da plataforma e selecione a opção conta;
  2. Em seguida, opte por “mudar para conta profissional”;
  3. Escolha a opção que melhor descreve você ou seu negócio (criador de conteúdo ou empresa) e clique em avançar;
  4. Depois, selecione a categoria que melhor descreve o que você faz.
  5. Então, preencha suas informações públicas de contato;
  6. Opte por conectar sua página a uma conta do Facebook ou não;
  7. Enfim, seguindo todos esses passos, você terá um perfil comercial.

Gostou do artigo?

Talvez você também se interesse por: Marketing de Conteúdo: O que fez uma marca de pneus distribuir guias turísticos.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
Continuar Lendo

Negócios

Experiência do cliente em 2030: empatia dos robôs de atendimento?

Segundo estudo, estima-se que até 2030, teremos 67% dos atendimentos ao cliente sendo efetuados por meios digitais com inteligência artificial e as novas soluções tecnológicas substituirão 2/3 das pessoas que atuam diretamente nas centrais de atendimento.

Euriale Voidela

Publicado

em

Foto: Andy Kelly / Unsplash

Segundo a nova pesquisa “Experiência em 2030: O futuro da construção da experiência do cliente“, realizada pela Futurum Research e encomendada SAS, estima-se que até 2030, teremos 67% dos atendimentos ao cliente sendo efetuados por meios digitais com inteligência artificial. A pesquisa foi realizada com 4mil consumidores, em diversos países e em segmentos diferenciados de consumo, indústria e governo.

Os consumidores estão valorizando cada vez mais as experiências com as marcas e serviços e o relacionamento de sustentação sua base de consumidores, se tornando fator decisivo para a tomada de decisão se um cliente permanece em sua base ou simplesmente cancela. As tecnologias modernas estão mudando radicalmente a maneira como as marcas interagem com seus consumidores, aliada a evolução da transformação digital. O processo evolutivo da transformação digital é um caminho sem volta hoje no mundo inteiro.

O estudo demostrou que a tecnologia e transformação digital será a principal força motriz por trás da criação de uma nova experiência positiva do cliente (CX). As empresas necessitam evoluir sobre o novo ecossistema do consumidor, suas novas expectativas de experiência e jornada de relacionamento com de forma a estar à frente do ritmo dos clientes que estão elevando seus níveis de exigência de serviço.

Segundo o estudo, as empresas participantes, possuem alta expectativa de transformação digital frente a todas as etapas da jornada de compra e relacionamento do consumidor com a marca. Os resultados demonstram ainda, que a inteligência artificial e novas soluções tecnológicas substituirão as pessoas que lidam com cerca de 2/3 dos contatos nas centrais de relacionamento, além da automatização das atividades de marketing e campanhas promocionais, onde o grande desafio será realizar tal atendimento com maior grau de empatia.

Além dos 67% de interações entre a empresa e os clientes que usam dispositivos digitais (Internet, dispositivos móveis etc.) serem estimados para contatos meio de máquinas inteligentes, tal inteligência artificial e nova soluções tecnológicas serão responsáveis também por 69% das decisões tomadas durante a interação e jornada com o cliente, otimizando também os processos das áreas de apoio ao atendimento.

No estudo, 5 pontos foram destacados ainda:

  • Tecnologia Inteligente: os consumidores não usam digital, eles são digitais
  • Tecnologia Imersiva: superando a fronteira de jornada do consumidor com a experiência do cliente
  • Confiança Digital: a natureza em evolução da confiança
  • Lealdade na era digital: seja uma empresa de lealdade, não um programa de lealdade
  • Agilidade e automação: melhor envolvimento por meio da tecnologia

“É óbvio que na próxima década haverá uma rápida expansão do relacionamento entre pessoas e máquinas”, diz Daniel Newman, analista principal da Futurum Research. As empresas terão que manter um equilíbrio entre fornecer experiências semelhantes às interações humanas e alcançar resultados imediatos esperados pelos clientes – ele acrescenta.

Quando questionados sobre o quanto tais consumidores estão seguros com a interação tecnológica e artificial, temos o resultado de 78% das empresas ainda acreditam que seus consumidores estão seguros com tais meios e por outro lado, os consumidores relataram apenas 35% informada tal incerteza. Observamos uma diferença enorme entre a percepção da empresa com a percepção do consumidor de tais empresas pesquisas.

Um dos pontos fundamentais na Era da Experiência do Consumidor, é o fato da empresa conhecer quem são seus consumidores e quais são os desejos deles para a melhor decisão sobre a Jornada do cliente e assim reduzir tal descolamento.
Outros dados importantes são destacados na pesquisa, sendo:

  • 80% os consumidores dizem esperar que as remessas sejam entregues por Drones ou veículos autônomos.
  • 81% espera interagir com o Chatbot (Inteligência artificial para atendimento ao cliente).
  •  78% espera aplicativos virtuais aprimorados ou os chamados realidade mista, permitindo uma visão detalhada do produto. Por exemplo, como uma determinada peça de roupa será exibida no consumidor com a tecnologia de realidade aumentada.
  • 56% os entrevistados esperam que, já em 2025, seja possível visitar lugares distantes ou participar de eventos de entretenimento por meio de dispositivos de “realidade mista”
  • 78% esperam poder controlar outros dispositivos usando seus próprios dispositivos móveis.

Quando analisamos o cenário em nosso país, temos vários exemplos de empresas com grau de maturidade junto a experiência do cliente se tornando referencias em proporcionar clientes felizes e ao mesmo tempo altamente impactados pela tecnologia. Ponto de atenção que já relatei anteriormente é de entender de fato quem é o seu consumidor e o que de fato irá encantá-lo.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
Continuar Lendo

Trending