Siga-nos nas Redes Sociais

Empregos 4 MIN DE LEITURA

Seu colaborador está feliz?

Então, não é hora de começar a mapear o outro lado da equação – a experiência do empregado?

Euriale Voidela

Publicado

em

Brooke Cagle / Unsplash

Importância do Mapa de Jornada do Colaborador

Estamos vivendo a “ERA DA EXPERIÊNCIA”. Os clientes estão cada dia mais digitais e cientes dos modelos de atendimento que desejam receber frente aos produtos ou serviços. Em decorrência a tal crescente nível de exigência dos consumidores, temos as marcas e empresas que necessitam acompanhar tal evolução e neste ponto o colaborador é a figura principal.

O colaborador como personagem de extrema importância em criar a lealdade do cliente, cujos esforços visam transformar tal jornada em uma experiência maravilhosa criando elo emocional com a empresa, serviço, produto.

Trata-se de um enorme e interessante desafio para a marca, sendo para que o colaborador seja o transmissor e fomente este elo de amor com o cliente, ele necessita também criar tal conexão com os propósitos da marca.Neste ponto, colocamos o “Colaborador” no centro da estratégia e salientamos a importância em criar estratégias e o mapa da jornada do mesmo. Tais estratégias, altamente atreladas a Cultura do Cliente.

O Colaborador em seu Mapa de Jornada:

O Mapeamento da Jornada dos colaboradores é uma ótima ferramenta para identificar os momentos que mais importam para a empresa proporcionando uma visão clara da relação empresa-colaborador e quais os caminhos e estratégias que irão culturalmente atuar em prol da fidelidade dos colaboradores e assim por consequência, com o elo emocional com os clientes finais.  Ou seja:

O mapa de Jornada do Colaborador é uma ótima metodologia de visualizar os vários estágios através dos quais não apenas o cliente, mas também como o colaborador se relaciona com a empresa e vice-versa, permitindo a identificação de pontos problemáticos e momentos críticos em que o feedback e melhorias necessárias. Trata-se de uma ação contínua e cíclica com foco completo na continuidade da identificação de tais oportunidades.

A experiência do funcionário é criada no estágio inicial de contato com a organização, antes mesmo dele ser recrutado.

No estágio de recrutamento, uma das principais funções é desempenhada pela “Proposta de Valor do Empregado”, ou seja, um conjunto de benefícios, metodologia de cultura do colaborador e ações de crescimento do mesmo, que podem distinguir a organização das demais e proporcionar ao colaborador uma experiência única de felicidade. Ao falar sobre o caminho da experiência dos funcionários e construí-los da maneira correta, devemos nos lembrar de muitos aspectos, incluindo seu funcionamento diário na estrutura organizacional, ergonomia do local de trabalho, bem como sistemas de incentivo, modelo de gestão, cultura organizacional, formas de feedback, planos de bônus e etc.

Um dos pontos mais críticos dos colaboradores que aparecem no Mapa de Jornada do Colaborador e muitas vezes não levando em consideração pelas empresas é o momento em que seus colegas deixam a empresa.

As organizações, com medo de perder um empregado, muitas vezes “lembram” as condições decorrentes do contrato, o que cria uma experiência extremamente negativa, ainda mais no momento do desligamento. Ausência de feedbacks em toda a jornada ou mesmo no momento da saída, chega a ser devastador.

Um colaborador que possuiu uma experiência extremamente ruim com uma empresa, além não recomendar a mesma para outras pessoas trabalharem, certamente não irá recomendar também os produtos da mesma.

” Em empresas líderes que são efetivamente centradas na satisfação do cliente, a criação de grandes experiências começa com uma visão compartilhada resultante da experiência e valorização de seus colaboradores. “

O ponto de partida para tal sucesso é olhar para o colaborador. Uma marca que se esforça para analisar a experiência colaborador, muda a organização em prol do cliente, atrai grandes talentos, tem uma maior oportunidade de construir relacionamentos duradouros para reter funcionários, o que não equivale a pagar salários cada vez maiores para tudo isso.

O mapeamento de experiências de colaborador:

Um processo efetivo de mapeamento de colaboradores deve sempre começar com efeitos e estrategicamente o que o negócio deseja alcançar. É como construir uma estrada, sabemos para onde queremos ir, sabemos qual a forma que a estrada deve ter, em que tecnologia, e a questão a ser resolvida é como trabalharemos nela. Sem objetivos claramente definidos, não é possível prever quando a jornada terminará, se seus efeitos serão usados ou melhorados. Perguntas que valem a pena perguntar com antecedência incluem:

  •   Que situação você está tentando resolver?
  •  Quais os desafios solicitados pela organização?
  •  O grupo de funcionários envolvidos atingirá a meta?
  •  Qual será a medida ou medidas de sucesso?
  •  Como o trabalho em equipe afetará pessoas, processos e ferramentas?
  •  Como vamos adaptar o processo e a conversação aos problemas de negócios da organização?
  • Qual será o plano de comunicação de todo o processo?

Mapear as experiências dos funcionários em vários estágios, desde o recrutamento até os estágios finais de trabalho em uma empresa, pode ajudar os líderes da organização a entender o que é mais importante para eles. Graças a essa informação, a administração pode repetir ou destacar os eventos e funções que permitem que os funcionários sejam apoiados, engajados e motivados para alcançar o maior potencial.

Experiência do cliente sem experiência do empregado é um disparate enorme!

Qualquer um que diga que oferece uma ótima experiência ao cliente sem experiência do funcionário provavelmente não aplica a fundo do conceito de Customer Experience e certamente não possui os melhores resultados de fidelidade, satisfação e receita frente a sua base de clientes.

O Mapa de Jornada do Colaborador e Cliente, proporciona e resulta em diversas ações que garantem projetos bem-sucedidos e lucrativos, além de criar relacionamentos duradouros entre colaborador – cliente e empresa – colaborador.

Para obter uma vantagem competitiva, mais e mais organizações estão mapeando as jornadas de seus colaboradores e cliente para melhorar sua experiência. Então, não é hora de começar a mapear o outro lado da equação – a experiência do empregado?

Até a próxima!

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Euriale Voidela é consultora, palestrante e diretora de Clientes e Negócios, com 20 anos de atividade em Cultura Centralizada ao Cliente, Atendimento ao Consumidor e Especialista em Jornada Incríveis.

Continuar Lendo

Escreva um Comentário

Empregos 5 MIN DE LEITURA

Vagas de emprego: Limite até 42 anos

Ao mesmo tempo em que a expectativa de vida aumentou, o profissional é rejeitado nas organizações cada vez mais cedo. Como lidar com a situação que deve virar um problema social num futuro próximo?

Isabel Franchon

Publicado

em

Geralt / Pixabay

09Sim, você leu certo – vagas de emprego são anunciadas com limite de idade cada vez mais baixo. Assim mesmo, acintosamente. A oferta acima estava em post no Linkedin. Ao mesmo tempo, a aposentadoria é empurrada lá para a frente, com valores cada vez menores. Como diria o Professor Raimundo da Escolinha, “e o salário ó…!”

Não se trata de ser contra ou a favor da reforma da Previdência. Trata-se de refletir sobre um problema que, em breve, será social e economicamente grave: ao mesmo tempo em que a expectativa de vida aumenta, o profissional é rejeitado nas organizações cada vez mais cedo, sem perspectiva de emprego.

Este é um assunto sobre o qual posso falar com propriedade, já que 60% dos meus clientes de Coaching pertencem à mesma faixa etária, em busca do mesmo objetivo: profissionais de várias áreas, entre 40 e 50 anos, preparando-se para uma carreira alternativa, pois sabem que logo serão substituídos por mais jovens. No ritmo que vai não duvido que, em breve, a maioria estará fora do mercado aos 45 anos.

Ao mesmo tempo, a vida foi esticada: segundo o IBGE, em 2019 a expectativa, ao nascer, é de 80 anos para mulheres e de 73 anos para os homens – na média, é de 76.3 anos. E a aposentadoria passou para 65 anos. Antigamente aos 60 anos, a perspectiva era aproveitar um pouco mais a vida. Hoje, literalmente virou estatística de pobreza. Aquela imagem do idoso saudável se divertindo, correndo na praia e passeando é uma falácia.

Posso ilustrar com o caso de um conhecido, funcionário de uma empresa, que completou 60 anos em um dia e no seguinte foi mandado embora. O choque foi tão grande que caiu e quebrou o pé. Depois adoeceu. Passou meses sem entender nada. Para quem conviveu com ele seu estado assemelhava-se ao de uma pessoa encarando a morte ao descobrir uma doença séria. Literalmente passou por todos os estágios descritos por Elisabeth Kübler-Ross em seu livro Sobre a Morte e o Morrer: Negação e isolamento; Raiva; Barganha; Depressão e Aceitação. Hoje, ainda abatido, revende tudo que consegue: virou ambulante. Há os que viram motorista ou entregadores de aplicativos; os que se especializam em dar palestras para ensinar o que nem eles conseguiram alcançar; os que viram consultores sem clientes; os que cozinham em casa para vender. A sensação é de morte e acaba em depressão – segundo dados do IBGE, quase 12% da população com mais de 60 anos sofre da doença.

Enquanto no Brasil as empresas descartam os trabalhadores cada vez mais cedo, na Alemanha, onde 21% da população tem mais de 65 anos, as empresas se adaptam para reter os trabalhadores por mais tempo, investindo em ergonomia e tecnologia adaptada, segundo reportagem publicada pela BBC Brasil. A diferença, além de cultural, é que aqui ninguém está preparado para envelhecer – nem as pessoas, nem as famílias ou o governo.

Os dados que antecipam um futuro que se desenha crítico, são claros:

  • Hoje as pessoas acima de 60 anos representam 10% da população. Em 2025 serão 64 milhões e, em 2060, serão um em cada 3 brasileiros, de acordo com o IPEA. Segundo a OMS o Brasil será o 6º país do mundo em número de idosos.
  • Em virtude do avanço da medicina, da tecnologia, e das mudanças culturais, até 2050 teremos uma inversão da pirâmide social, segundo o IBGE – 32% da população será de idosos e 15% de crianças. Dados confirmados por estudo da PwC Brasil, que mostra em 11 anos uma população com mais idosos que crianças menores de 10 anos.
  • Até 2040, segundo o IPEA (Instituto de Pesquisas Aplicadas), metade da força de trabalho no Brasil terá mais de 50 anos.
  • Os gastos do SUS com o envelhecimento, hoje em 45 bilhões, poderão atingir 115 bilhões por ano em 2030. Atualmente 70% dos idosos dependem do sistema público.
  • O rendimento com aposentadoria e pensão é de 1670 reais em média.

Poderia continuar aqui citando dados e mais dados que podem nos levar, ou aos nossos descendentes, ao caos. A verdade é que o envelhecimento saudável deve ser preocupação de toda a sociedade. Questão de consciência, já que envelhecer faz parte da vida. E se a população mais velha aumenta, é necessário que os preconceitos sejam superados e surjam novos modos de vida inclusiva – não há nada, absolutamente nada, que justifique a crença de que a idade torna o ser humano improdutivo, incapaz de contribuir com a sociedade. Acredite, ainda que o corpo envelheça, dentro de cada um existe um jovem ansioso por continuar a viver, realizar, contribuir, devolvendo ao mundo tudo que recebeu e aprendeu.
A pergunta que faço é: quando o idoso for você, como quer ser tratado?

Vale a pena, se ainda não viu, assistir ao filme de Nancy Meyes, Um Senhor Estagiário, de 2015, com Robert de Niro e Anne Hathaway, sobre um viúvo de 70 anos que descobre que a aposentadoria não é exatamente aquilo que pensava e volta à ativa como estagiário Sênior de um site de moda. No mínimo instrutivo sobre os sentimentos da maturidade.

Virou moda falar de longevidade, senioridade, inclusão, maturidade. Moda. Mesmo porque ninguém tem solução nenhuma para apresentar. Muitas vezes parece mais um remédio para dor de cabeça que pretende curar um câncer. Não deve ser cura, mas cultura.

O que incomoda é o modelo quase assistencialista que se desenha – o que precisa ficar claro é que nenhum sênior precisa de assistencialismo porque ele chegou até aqui com muitas realizações e um legado: reconhecer suas capacidades e seu potencial vivo, é questão de justiça social. Contratar, ou manter, pessoas com mais idade é obrigação e não propaganda para ser comemorada em rede com elogios de “Que lindo! Tal empresa tem uma vaga sênior!”

Aliás, pesquisa Towards a Longevity Dividend mostra que existe relação direta entre longevidade e produtividade no trabalho. Tendo superado fases da vida que exigem outro tipo de atenção, como estudar ou criar filhos, o ser humano maduro consegue se comprometer mais com o trabalho, é mais rápido e mais seguro ao tomar decisões. Experiência é fundamental na vida e o aprendizado é contínuo, independente da idade.

Embora 9 em cada 10 empresas no Brasil acreditem que pessoas com mais de 50 anos têm mais equilíbrio emocional, apenas 11% delas possuem programas de contratação de profissionais maduros. Ah! E um detalhe importante: estudo do Serasa Experian de 2018 afirma que uma empresa tem 24% mais chance de ser saudável se tiver sócios com mais de 60 anos. Para completar, dê um Google! Você verá que o mercado da 3ª idade é o que mais cresce em quase todos os setores.

Enfim, você que está lendo este artigo pode ser uma das pessoas “seniores” que busca emprego, ou pode ser um jovem executivo de uma empresa que prefere manter-se à parte na resolução do problema. Ou não. Pode ser alguém disposto a entender que colaboradores jovens não excluem os mais maduros: o equilíbrio está na soma, onde um aprende com o outro para uma organização e uma sociedade saudáveis. E começar o futuro agora.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
Continuar Lendo

Empregos 4 MIN DE LEITURA

Os donos da hora

Ei você que é frila, leia isso: plataforma que conecta freelancers a empresas dá dicas para empresas e dados sobre este mercado de trabalho

Publicado

em

Foto: Stefan Steinbauer / Unsplash

Que empresa já não contratou um freelancer, quem já não foi “frila” na vida? A redação do Jornal 140 recebeu um material super rico da Workana, plataforma que conecta freelancers a empresas em toda a América Latina.

O mercado de frilas só cresce. Segundo a plataforma, existem mais de 2,5 milhões de profissionais, um total de 880 mil projetos desenvolvidos por estes nobres soldados. E por falar em comunicação em tempos de cólera, as novas gerações não gostam de seguir horários, querem fazer os seus horários – querem flexibilidade: a plataforma identificou que 56% destes profissionais são frilas porque querem ser donos dos seus próprios horários.

Publicamos a seguir diversos itens compartilhados pela comunicação da Workana com a redação do Jornal 140, publicados na íntegra:

Quais são os pontos de atenção?

• Ter claro uma data de início e de finalização de projeto (pelo menos estimada);

• Definir que tipo de entregáveis são esperados (aplicadas ao projeto) e em que condições espera-se receber. Exemplos: código fonte, manual de marcas, editáveis, etc;

• Canal de comunicação: é muito importante manter a comunicação de maneira contínua, estabelecendo horários e modalidades preferidas;

• Apresentação de avances: é importante acordar antecipadamente sobre a frequência e horário que se espera para que o profissional apresente os avances. Isto ajuda a fazer correções ao longo do percurso, se for necessário.

• Demanda por horas para o projeto: mínimo de horas requeridas semanais, se é necessário que trabalhe em um horário específico ou ainda ter um horário comum para responder consultas, atender chat de clientes, recepcionar chamadas, reuniões, etc.

O que já deve estar acordado?

Antes de iniciar a pesquisa, a organização deve realizar um exercício de reflexão e tentar cobrir a maioria dos seguintes requisitos.

• É importante ter um breve resumo do projeto que cubra o que é, o que se espera, como serão alcançados os objetivos, quando e com que orçamento. Este resumo deve ser o mais claro possível, não apenas para ajudar a definir quais perfis são indicados para o projeto, mas também como um documento no qual o cliente e o profissional possam começar a trabalhar.

• Definir se prefere que o projeto seja executado como um projeto fixo, com entregas definidas ou se a modalidade de horas é melhor opção, porque é esperado que se cumpram as tarefas especificadas, as quais podem mudar ao longo de um projeto.

• Material de trabalho: deve ser disponibilizado e definido o material que será entregue ao profissional para levar o projeto adiante, otimizar o tempo e a qualidade do trabalho.

Perguntas frequentes que as empresas realizam para a Workana

As perguntas mais frequentes estão sempre relacionadas com os medos e com as preocupações diante da modalidade de trabalho que ainda desconhecem.

1) Como posso controlar o que faz um freelancer que não se encontra trabalhando de maneira presencial no escritório?

As metodologias de controle podem ser várias, dependendo do tipo de projeto. A primeira metodologia é a comunicação, estabelecer um canal claro e direto com o freelancer é um ponto fundamental. Por sua vez, acordar uma reunião semanal ou quinzenal é recomendável sobretudo para projetos grandes. Outra metodologia de controle são as pré entregas. Programar para receber conteúdos que adiantem a entrega final, ajuda a ter visibilidade do trabalho do freelancer. Isso te possibilita a tomar ações corretivas sobre o andamento e evitar desvios na entrega final ou atrasos no projeto.

2) Se os prazos e objetivos do projeto são cumpridos.

É importante discutir esses pontos em uma reunião inicial com o freelancer. Para ter este ponto bem claro é importante que o cliente já tenha identificado para quando precisa do trabalho e qual é o objetivo e necessidade do mesmo, para poder transmitir ao profissional de forma clara. Cruzar estas informações com as entregas ajudam a otimizar a experiência.

3) Se os profissionais são idôneos para assumir seus projetos.

Neste ponto, é importante ter como parceiro uma plataforma de confiança que faça o intermédio desses contatos, como a Workana. Só assim será possível pedir ajuda caso haja algum problema na entrega do projeto.

4) Como assegurar a qualidade do produto final entregue pelo freelancer.

A qualidade no produto final é composta pela qualidade durante todo o processo, desde ter claro o objetivo do projeto resumido a um briefing, seguido pela seleção do recurso, conhecer o mesmo em uma entrevista e contar de forma clara o objetivo do trabalho.

Uma vez selecionado o recurso, deve-se implementar metodologias de controle e feedback, instâncias parciais de entrega e revisão de resultados com relação ao freelancer e o cliente por um trabalho de qualidade.

5) Como posso proteger as informações que necessito compartilhar com o profissional.

Dependendo do tipo de projeto que está sendo realizado, o profissional que irá executá-lo pode contar com uma informação parcial, ou ter acesso integral a ela. Se houver esta necessidade num projeto, nós da Workana sugerimos que o cliente faça um contrato NDA (Non Disclosure Agreement) para reforçar ao freelancer a importância da confidencialidade no projeto e em seu conteúdo.

6) Se é possível realizar trabalhos de forma presencial.

O core da Workana é o trabalho remoto, já que acessamos o talento através de qualquer zona geográfica de onde se encontra o escritório do cliente. No momento em que limitamos uma determinada zona, a quantidade de profissionais passa a ser menor. Tendo em conta estes pontos, temos feito alguns projetos de forma presencial, nos quais incorremos em contratar um seguro para o freelancer pelos dias em que o projeto está em andamento, sendo os custos do seguro assumidos pelo cliente.

A Workana tem profissionais de diversas formações e especificações. Os principais perfis vão desde habilidades de TI e Programação, Marketing Digital, Design e Multimídia, Redação e Tradução, etc. Mas também temos outras categorias que já nos solicitaram, como engenheiros, especialistas em comunicação, perfis de finanças, equipe de vendas. Os requerimentos foram vários e nossa base é muito boa.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
Continuar Lendo

Trending

  • Registrar
ou entre com
Lost your password? Please enter your username or email address. You will receive a link to create a new password via email.