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Jornal 140

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Coringa, da Warner Bros. Pictures, é estrelado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix, que interpreta o protagonista do longa, com o vencedor do Oscar Robert De Niro. O filme é dirigido, produzido e coescrito pelo indicado ao Oscar Todd Phillips. Coringa é uma história original do vilão nunca antes vista no cinema. A versão de Phillips sobre Arthur Fleck (Phoenix), um homem desprezado pela sociedade, não é só uma visão realista do personagem, mas também uma lição de vida.

O filme também é estrelado por Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Frances Conroy (série de TV “American Horror Story”, série da Hulu “Castle Rock”), Marc Maron (séries de TV “Maron” e “GLOW”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”, “A Grande Jogada”), Glenn Fleshler (séries de TV “Billions” e “Barry”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brett Cullen (“42 – A História De Uma Lenda”, série da Netflix “Narcos”), Douglas Hodge (“Operação Red Sparrow”, série de TV “Penny Dreadful”) e Josh Pais (do inédito “Motherless Brooklyn”, “Despedida em Grande Estilo”).

Phillips (da trilogia “Se Beber, Não Case!”) dirige o filme a partir de um roteiro que ele coescreveu com Scott Silver (“O Vencedor”), baseado nos personagens da DC. O filme é produzido por Phillips e Bradley Cooper, através de sua produtora, Joint Effort, e Emma Tillinger Koskoff. Os produtores executivos são Walter Hamada, Michael E. Uslan, Aaron L. Gilbert, Joseph Garner, Richard Baratta e Bruce Berman.

Nos bastidores, somam-se a Phillips o diretor de fotografia Lawrence Sher (do inédito “Godzilla II: Rei dos Monstros”, trilogia “Se Beber, Não Case!”), o desenhista de produção Mark Friedberg (“Selma – Uma Luta pela Igualdade”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”), o editor Jeff Groth (“Cães De Guerra”, “Se Beber, Não Case! Parte III”) e o figurinista vencedor do Oscar Mark Bridges (“Trama Fantasma”, “O Artista”).

Uma apresentação da Warner Bros. Pictures em associação com a Village Roadshow Pictures e a BRON Creative, uma produção da Joint Effort, um filme de Todd Phillips, Coringa tem estreia prevista para 3 de outubro de 2019 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.

Assista ao trailer de Coringa:

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Cinema

Dolittle, com Robert Downey Jr, ganha o 1º trailer

Robert Downey Jr. está eletrizante como um dos personagens mais duradouros da literatura em uma vívida reimaginação do conto clássico do homem que consegue falar com animais: #Dolittle.

Redação 140

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Foto: Reprodução / Universal Pictures

Robert Downey Jr. está eletrizante como um dos personagens mais duradouros da literatura em uma vívida reimaginação do conto clássico do homem que consegue falar com animais: #Dolittle.

Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.

O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.

Dirigido pelo vencedor do Oscar® Stephen Gaghan (Syriana, Traffic), Dolittle é produzido por Joe Roth e Jeff Kirschenbaum sob a Roth / Kirschenbaum Films e Susan Downey pela Team Downey . O filme é produzido por Robert Downey Jr., Sarah Bradshaw (A Múmia, Malévola) e Zachary Roth (Malévola: Dona do Mal).

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Cinema

Divaldo: filme espirita indicado até para quem é ateu

Esse filme vai dar uns bons tapas na sua cara, enquanto te distraí e te faz rir. Sério, são lições profundas, valiosas e necessárias.

Êrica Blanc

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Foto: Reprodução

Assisti essa semana ao filme “Divaldo: o mensageiro da paz”. Levemente atrasada, se considerarmos o fato de o filme ter lançado há quase um mês atrás. Mas, sendo sincera, ao contrário dos filmes do Chico Xavier ou, o mais recente, do Allan Kardec, eu nunca tinha ouvido falar do Divaldo. Mesmo sendo espírita. Mesmo ele sendo um médium atuante há 72 anos. Enfim, deixando minha ignorância sobre o assunto de lado, vamos falar sobre Divaldo e o filme que conta a sua história. A trama conta a história do médium desde quando ele era uma criança, época em que todos ao seu redor duvidavam das coisas que ele via, até a fase adulta, quando os ensinamentos já estavam bem absorvidos por ele. E todo o processo no meio dessas duas fases.

Divaldo: o mensageiro da paz

Divaldo desde muito cedo via e interagia com pessoas mortas. O que despertava muita raiva em seu pai. Inclusive, tinha dificuldade até para distinguir quem era vivo e quem já havia batido as botas. Aos 20 anos, se mudou para a capital da Bahia, disposto a ser preparado para servir ao espiritismo. Mas, como qualquer bom ansioso, precisou aprender a contralar suas vontades, com uma ajuda super especial de sua mentoral espiritual. Só que, se você é ateu e clicou nesse post só por que duvidou do que disse no título, aguenta aí que eu já vou te explicar o motivo. Para ser sincera, tudo isso você descobre com uma pesquisa simples no Google. Entretanto, eu precisava contextualizar a história antes de apontar os principais pontos que me fizeram amar esse filme do começo ao fim.

O primeiro ponto aqui é: esse filme vai dar uns bons tapas na sua cara, enquanto te distraí e te faz rir. Sério. São lições profundas, valiosas e necessárias. Mesmo que algumas sejam meio óbvias. Dá até vontade de reassistir com um caderninho e uma caneta, anotando frase por frase. Se você não acredita nessa coisa toda de contato com o outro plano, tudo bem. Ainda assim, o filme será uma diversão por duas horas seguidas. Ele é leve e bem engraçado. E, se você é do tipo que não acredita, mas morre de medo, garanto que vai se identificar com muitos personagens. Divaldo, como personagem principal dessa trama, não é um ser de luz que não possuí falha alguma.

O veredito

Pelo contrário. Divaldo leva umas boas broncas dos espirítos para aprender a ser sim, uma pessoa preparada a levar luz por onde for. Ele é carismático em todas as fases de sua vida, engraçado e humano, acima de tudo. Seus erros são comuns e passíveis de serem feitos por qualquer um de nós. O que faz com que a gente se sinta ainda mais perto dele durante o filme. Mas, sem dúvida alguma, para mim, o ponto alto é a forma como Deus é mencionado na trama. Quebra-se diversos esteriótipos tanto do espiritismo, quanto do próprio Deus que estamos acostumados a ouvir falar. Esse Deus que pune e deserda por qualquer pequena atitude considerada ruim, caí por terra quando os ensinamentos entram em cena. E não há preço que pague essa nova descrição do criador.

Talvez, mas só talvez, Divaldo seja a porta de entrada para um mundo menos preconceituoso com religiões espiritas e para um Deus de amor mais verdadeiro do que o que vem sendo pregado. Entretanto, reforço o que disse: se questões religiosas não são o seu forte, Divaldo ainda pode ser um passatempo com olhar histórico sobre uma personalidade importante de nosso país. Ao mesmo tempo que vai te fazer rir por horas, também te faz aproveitar o momento para relaxar e distrair. É um filme completo, que não deixa a desejar em momento algum. Sendo assim, o filme está, nada mais, nada menos, do que recomendadíssimo.

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