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Investigação criminal: 7 séries na Netflix para acompanhar

Quem aí adora uma boa história de investigação criminal? Eu amo! Por isso, separei 7 séries sobre isso, disponíveis na Netflix, especialmente para você.

Êrica Blanc

Publicado

em

Fonte: Safran-usa.com

Desde pequena eu sou apaixonada por coisas que tenham ligação a investigação criminal. Quantas noites eu deveria estar dormindo por que tinha aula no dia seguinte, mas ficava esperando a Linha Direta? E as vezes nem dormia, por que a cara do bandido procurado me assustava. Ou, até pior, como aquela conversa toda de espirítos no edifício Joelma. A medida que fui crescendo, novas séries, filmes e livros (amor eterno a Ilana Casoy, inclusive), começaram a cair nas graças da minha curiosidade. Mas, como eu conheço um monte de gente que também adora esses assunto, imagino que tenham muitas outras aí desse lado da tela, em busca de conteúdos de investigação criminal. Sendo assim, separei uma lista com 7 séries que estão disponíveis na Netflix, para você maratonar até o fim do ano, viu? Espero que gostem!

Bandidos na TV

Sinopse: A história real de Wallace Souza, um apresentador de televisão acusado de planejar os assassinatos que abordava e investigava em seu programa. Durante dez anos ele comandou o “Canal Livre”, que teve sucesso nacionalmente, chegando a até ultrapassar a audiência de grandes emissoras do país em algumas cidades. Tem resenha aqui no Jornal!

Somewhere between

Sinopse: Laura Price é uma produtora de telejornal que descobre que sua filha, Serena, será morta. Ela não conhece o assassino ou suspeita de seus motivos, mas sabe exatamente quando, como e onde o crime acontecerá. Apesar de todas essas informações, a protagonista terá grande dificuldade de manter sua filha a salvo, mas o destino terrível de Serena manterá Laura no encalço do criminoso. (Filmow)

Investigação criminal

Sinopse: Depois que um crime acontece, surgem muitas dúvidas: Qual foi a cronologia dos fatos? O que motivou os criminosos? Quem matou? Foi roubo seguido de morte ou um homicídio frio e cruel? Por que ninguém gritou por socorro? Quem entra em cena para responder a todas essas perguntas são os policiais, legistas e peritos envolvidos em toda a Investigação Criminal. (Filmow)

Guilt

Sinopse: A história gira em torno de Grace (Daisy Head), uma jovem americana imatura que estuda na Inglaterra. Quando Molly, sua colega de quarto, é brutalmente assassinada, ela se torna a principal suspeita. Enquanto a polícia investiga o caso, Grace precisa lidar com o frenezi da mídia. Ela seria uma inocente que está sendo brutalmente julgada pelos tablóides ou uma sociopata que assassinou sua amiga? Conforme novas evidências em torno do caso surgem, até sua irmã, Natalie (Emily Tremaine), uma advogada de Boston que foi para a Inglaterra para defendê-la, começa a se questionar. (Filmow)

Inacreditável

Sinopse: Uma jovem menina de 16 anos (Kaitlyn Dever) que contou à polícia ter sido estuprada dentro de seu próprio apartamento, e depois voltou atrás em sua versão. O caso só pôde avançar, de fato, quando duas detetives do sexo feminino (Toni Collette e Merritt Wever) assumiram a liderança e compreenderam melhor o contexto da ocasião. Baseado em uma história real. (Filmow)

The Sinner

Sinopse: A investigação acerca de um crime precisa acabar quando se sabe qual foi o crime e quem foi o criminoso? Quando uma jovem mãe de família comete um crime nefasto em público e se vê incapaz de explicar o motivo que a levou àquele estado de fúria súbito, um investigador se torna cada vez mais obcecado em entender as profundezas da psique da mulher, desenterrando os momentos de violência que ela tenta manter no passado, longe dos olhos do mundo. (Filmow)

Até que a morte nos separe

Sinopse: Até Que a Morte nos Separe, produção original A&E sobre os crimes passionais mais impressionantes que aconteceram no Brasil, nos anos 90 e 2000, de forma inédita e reveladora. Sendo assim, a série, que teve grande repercussão no  ano, analisa, a cada episódio, um dos assassinatos que chocaram o país envolvendo um homem, uma mulher e uma história de amor, gerando grande repercussão na mídia. A série volta à cena do crime e questiona os principais envolvidos em busca de detalhes perdidos ou nunca antes revelados. Mergulha ainda no universo da investigação forense, mostrando como pequenos deslizes se transformam em pistas que podem levar a resolução dos casos. (Filmow)

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Êrica Blanc é jornalista, criadora do @blogremenor, co-criadora da @amoor.co, apaixonada por contar histórias de amor reais, empreendedora de primeira viagem e louca das listas.

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Dia da criatividade: 5 livros para te ajudar nesse processo

Sabia que dia 17 de novembro é comemorado o dia da criatividade? Se você está precisando de uma forcinha com a criatividade, confira a lista com 5 livros.

Êrica Blanc

Publicado

em

Foto: Êrica Blanc

Atualmente, tem dia para tudo, né? Dia das mães, dia dos pais, dos namorados, da gratidão, da coragem e até da criatividade. Isso mesmo, dia 17 de novembro é Dia da criatividade, essa coisinha que a gente corre tanto atrás. Sempre ficamos naquela de: criatividade é algo que nasce com a gente ou que a gente desenvolve? E como faz quando tiver bloqueio criativo? Como posso estar sempre com a criatividade em alta? Essa última pergunta, a resposta é bem simples, inclusive: só com milagre mesmo.

(mais…)

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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O homem que assistia séries demais

Desafiado a escrever sobre Euphoria, da HBO, nosso coletivista Paulo Gustavo acaba ficando positivamente surpreendido ao assistir uma série turca O Último Guardião que fala sobre o universo dos super-heróis.

Paulo Gustavo Pereira

Publicado

em

Foto: Alex Suprun / Unsplash

É interessante quando sou questionado sobre a quantidade de séries que assisto. A pergunta é invariavelmente, comparando com o tempo livre de quem pergunta, sempre questionando que não há tempo suficiente para ver tudo o que interessa. E é exatamente isso que é o ponto crucial no trabalho que faço ao analisar o conteúdo de séries para os textos e programas que faço. O que realmente é interessante de se assistir?

Como todo bom ser humano que cresceu vendo filmes e séries, há um momento em que ver uma série por obrigação de trabalho deixa de ser importante para ser crucial para o próximo episódio. Explico: tento ver o primeiro episódio para saber se a série tem algo diferente, uma história ou personagens que valham a pena continuar vendo. Dessa forma, já deixei de ver várias produções que viram “moda” e que, na minha análise, não trouxe nada de novo para meu HD.

Ao mesmo tempo, fico impactado quando descubro uma produção fora dos Estados Unidos, pátria-mãe das séries de TV. É uma surpresa ver que uma série turca O Ultimo Guardião que fala sobre o universo dos super-heróis; da mesma maneira que Kingdom, da Coréia, mostra uma luta da corte real do século 14 contra uma infestação de zumbis; ou mesmo a produção indiana Jogos Sagrados, onde a narração da história é feita por um personagem que morre no primeiro episódio.

É claro que não dá pra escapar das séries da moda, não por que não tenham qualidades, mas muitas vezes, é mais do mesmo. Quando muitos canais exibem séries sobre os bastidores do crime organizado ou não, descubro a beleza e a leveza de Coisa Mais Linda, da Netflix, com quatro personagens femininas que fogem felizmente do politicamente cansado empoderamento da mulher em qualquer lugar e qualquer tempo.

Quando a bola da vez chegou em Euphoria, da HBO, me chamou a atenção que a personagem principal era interpretada por Zendaya, que havia feito várias produções da Disney e recentemente se tornou o interesse amoroso de Peter Parker nos últimos dois filmes do Homem-Aranha, estrelado por Tom Holland. E mais: seria um papel totalmente diferente do que a atriz-cantora faria, algo que ela mesmo pedido para se desafiar como atriz. E não decepcionou.

Ao mesmo tempo, a Netflix lançou Sintonia, uma produção de fôlego, com roteiro muito bem escrito e com uma história que me atraiu, mesmo com vários clichês tradicionais sobre a luta de três jovens da periferia de São Paulo para subir na vida. Em Euphoria, a personagem de Zendaya tentava se descobrir no meio de uma continua adoração à drogas, desrespeito à família, e amizades complexas e confusas. Ou seja, as duas séries se comunicavam com o mesmo publico jovem, de maneiras diferentes.

Não vou entrar nessa análise mais formal sobre cada um dos pontos de cruzamentos entre Euphoria e Sintonia. O que importa nesse crossoover imaginário é que os personagens lutam para fazer a melhor escolha sobre seus futuros. E cada uma das tentativas, os leva a caminhos que podem afastá-los de seus reais destinos. Afinal, lutar para sobreviver a uma sociedade opressiva, sem a base adequada, deixa qualquer jornada heróica pendente de algo real. Não adianta lutar contra um vício se o viciado não quer enxergar suas próprias dores. Da mesma maneira, dizer que não existe saída para um jovem da periferia a não ser entrar para o crime,, a sublimar outros jovens que já lutaram e venceram essa guerra íntima.

Dito isso, não me surpreende que séries como The End of the F**ing World, Dark, The Rain e até mesmo Casa de Papel, serem as mais vistas pelos brasileiros na Netflix. Elas chamaram a atenção do publico não por que suas tramas são diferentes, mas por que elas estão ligadas a outras histórias mais identificáveis pelo telespectador. Casa de Papel fez sucesso no Brasil por sua mistura de Golpe de Mestre e Onze Homens e um Segredo. The Rain mostra jovens tentando superar os desafios de um futuro distópico como The 100. Ou mesmo as reviravoltas de um destino insólito da série alemã Dark, que fez muita gente mergulhar em universos paralelos e viagens no tempo, dois gêneros populares da ficção-científica, mesmo não entendendo metade da história.

O melhor de tudo é que a diversidade de produções que tem chegado ao Brasil na última década, especialmente com a chegada das plataformas streamings, tem ajudado o público a entender que não são apenas as séries de língua inglesa que fazem os próximos episódios divertidos. O que muito bom nessa história, independente do país de origem, é como se conta essa mesma história. O melhor exemplo disso é a série Criminal, que mostra o interrogatório de um suspeito, vista por policiais alemães, franceses, espanhóis e britânicos. Cada um no seu quadrado dramático e emocionante a cada episódio.16

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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