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Qualidade de Vida 5 MIN DE LEITURA

Diálogos da maconha

Imperdível. O Jornal 140 destaca os principais (e inusitados) trechos do programa Globo News Política com a senadora Mara Gabrilli e o ministro da Cidadania Osmar Terra sobe o tema.

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Ilustração de Gabriela Yaroslavsky/140 Design.

A cobertura da imprensa brasileira sobre as etapas da regulamentação do uso medicinal da Cannabis pela Anvisa tem crescido: foram 31.700 notícias encontradas na plataforma da News Monitor com a palavra “maconha” este ano, 6.606 até o dia 23 de outubro e 25.400 com a palavra “cannabis”. Os diálogos na TV brasileira, no entanto, são escassos. O Jornal 140 tem acompanhado o debate e publicou este ano uma entrevista com a médica Paula Dall Stella, o conteúdo mais acessado do Jornal 140 até hoje, em número de visitantes, comentários nas redes sociais e views no vídeo (leia a matéria e veja o vídeo aqui).

Para quem acompanha o assunto, o Jornal 140 transcreve abaixo partes dos diálogos civilizados e inusitados, do programa Globo News Política, exibido no dia 11 de outubro de 2019. O programa teve a participação da senadora Mara Gabrilli, do PSDB e do ministro da Cidadania Osmar Terra e foi intermediado pelo jornalista João Camarotti. O programa está disponível para assinantes das operadoras que tenham o pacote que inclui o canal Globo News no app Globosat Play (e que pode ser acessado em qualquer dispositivo, a qualquer tempo). Vejam vocês:

Osmar Terra: Trabalho com evidências científicas. A maconha tem 480 substâncias diferentes. Quem fuma maconha coloca para dentro estas mesmas 480 substancias. Valentim Gentil Filho, o psiquiatra que mais entende de esquizofrenia no Brasil, da USP, diz que se ele pudesse proibir uma única droga proibiria a maconha, tal o dano que ela causa a médio e longo prazo. O que se quer mesmo é abrir as portas para o plantio generalizado e o uso da droga no Brasil … fiz um levantamento de 21 mil estudos científicos em mais de 4,000 revistas no mundo, não li todos. 90% dos estudos apontam danos severos a médio e longo prazo.

O que não impede de se discutir coisas positivas. Uma das substâncias, o canabidiol, tem efeito cientifico benéfico comprovado. Temos de garantir o canabidiol para as pessoas que precisam.

Agora, se houver uma outra molécula que traga efeitos benéficos que se faça o mesmo. Até hoje, no entanto, os relatos de benefícios são muito pequenos. O número de pessoas beneficiadas é muito pequeno, são doenças raras.

A verdade é que há um lobby econômico poderoso tentando empurrar goela abaixo a maconha no Brasil como ocorre em alguns lugares no mundo. Querem fazer um investimento de 15 bilhões de dólares, são grandes empresas, eles estão preocupados com o lucro, não estão preocupados com a população.

Mara Gabrilli: ministro, são 15 milhões de brasileiros que tem doenças raras! Não podemos de forma alguma de desdenhar o número de pessoas que talvez se beneficiem de algum tratamento com cannabis medicinal. Discordo completamente do senhor e do Gentil. Conheço muito mais pessoas com problemas com outras drogas e bebidas. Existem 100 famílias com habeas corpus para plantar maconha no Brasil e mais 1.000 pacientes individuais plantando. A tendência disso é crescer e se multiplicar.

A regulamentação do plantio é importante porque não deixa isso na mão dos pacientes e muito menos nas organizações que vem fornecendo aos pacientes – mas se consegue controlar muito mais. Tem de seguir regras, segurança etc. Estamos falando de um medicamento.

O ministro fala que não há evidencias. Eu mergulhei em sistemas. Só nos EUA há 540 estudos nas fases 3 e 4.

Osmar Terra: Ha uma confusão: dizer que maconha é medicinal, é remédio. Maconha não é remédio. Tem 480 substancias etc. que causam câncer de testículo, câncer de pulmão mais do que o tabaco, causam retardo mental, esquizofrenia. Apenas o canabidiol não causa nada e traz benefícios. Tem um laboratório no Parana que já está fazendo o canabidiol sintético em fase de experimentação.

O que muitas pessoas estão fazendo é o óleo da planta, sem saber dose, sem saber nada.

Mara Gabrilli: Por isso que é preciso regulamentar! Mechoulam [Nota do Jornal 140: professor e Doutor em Química Raphael Mechoulam, da Academia de Ciências e Humanidades de Israel], fez um estudo em 1964 sem saber que a planta era o “demônio” que pintavam que mostrou que é a interação dos canabinoides que faz a diferença no corpo das pessoas. Aí pergunto para o ministro: você acha que Israel, um pais da maior seriedade, um pais que preserva muito a segurança pública, que já regulamentaram a cannabis medicinal há 20 anos, está viajando? Você acha que o Canadá está viajando? Os EUA, a Austrália, a Alemanha, até a Itália, Inglaterra, os países da América do Sul – já são 40 países evoluindo e falando de cannabis medicinal.

Estou tomando Mevatyl, que é o único remédio com autorização da Anvisa, que tem THC (que traz na bula o alerta de que se você é usuário da maconha não pode consumir o medicamento), como aparecem contraindicações nas bulas do Rivotril, da Gabapentina, de muitos outros medicamentos aparece a informação que não se pode beber. Sempre digo que o veneno é a dose e não a droga em si. Por isso é importante abrir a porta da pesquisa. O que se tem aqui é um cenário para fechar a porta para a pesquisa cientifica. Não estamos apenas falando em epilepsia refratária, de muitas e muitas doenças.

Como no meu caso, que tenho lesão medular, quebrei o pescoço, tenho muitos movimentos involuntários, os espasmos. Quanto mais forte eu fui ficando muscularmente, os espasmos vêm na mesma medida da minha forca. Eu tramitei o direito na Anvisa de portar canabidiol, paguei uma fortuna, importei da Inglaterra (o Purodiol, cannabidiol puro), e posso dizer que não foi legal para mim, desenvolvi uma epilepsia visceral, uma monoclonia por conta disso. Isso não quer dizer que não faça bem para outras pessoas. O que fez bem para mim? Foi a interação de vários canabinóides, e quando tomei em outras situações quando estava fazendo protocolos de pesquisa em outros países eu nunca me interessei para saber se tinha 40% disso 50% daquilo, eu simplesmente foi lá e tomei. Aliás eu tomo 50 suplementos nutricionais por dia, o que acho exagerado, mas que são prescritos pelo meu nutricionista.

Osmar Terra: Milhões de mães não concordam, viram os seus filhos irem para o mundo das drogas. Meninos que não tinham nenhuma doença, que eram saudáveis que ficaram incapacitados. Disseram para ele que maconha era remédio, que não tinha problema nenhum usar, começou a usar, ficou dependente, ou com psicose ou problemas graves de saúde e começou a usar outras drogas a partir daí. Foi o que aconteceu na Califórnia. 90% das pessoas que usavam pagavam 80 dólares pela receita e não tinham doença alguma, compravam para consumo recreativo e depois se generalizou o consumo recreativo com todos os problemas que causam isso. A maconha é hoje o maior problema de “ interdição”, incapazes de exercer qualquer função.

Mara Gabrilli: Pesquisamos em todo o mundo alguém que tenha morrido de fumar maconha e não existe isso que estamos discutindo. Todos os países que liberaram maconha medicinal não voltaram atrás.

Existem casos de pessoas viciadas em cocaína e crack que fizeram tratamento para diminuir o vício com canabidiol. Temos um sistema de endocanabinóide dentro de nós que espera a chegada desta substância.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Os artigos publicados em nome da Redação 140 são de responsabilidade dos responsáveis por este site de notícias. Entre em contato caso tenha alguma observação em relação às informações aqui contidas.

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Reclamar te impede de ser feliz

Se analisar criticamente, nos acostumamos tanto a reclamar, que o simples ato de fazer uma reclamação virou um hábito tão natural que às vezes nem percebemos que estamos fazendo.

Raissa Fernanda

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Colegas de trabalho realizando o ato de reclamar demais
Foto: Jopwell / Pexels

A palavra reclamar vem do Latim reclamare, que significa: “gritar, protestar contra”.

Uma reclamação surge de uma insatisfação ou incômodo que você tem de forma constante ou momentânea sobre algo ou alguém. E o ato de reclamar – de forma explícita – é composto pelo ato de colocar esse incômodo para ‘fora do peito’ em voz alta(em uma conversa com amigos ou colegas de trabalhos)

Se analisarmos criticamente, nos acostumamos tanto a reclamar, que o simples ato de fazer uma reclamação virou um hábito tão natural que às vezes nem percebemos que estamos fazendo. E a verdade por trás desse hábito é que ele é de fato: TÓXICO. Produzi esse texto para te contar um pouco do porque reclamar não funciona, mas pra isso precisamos entender o porquê reclamamos, afinal.

Por que reclamamos

Existe no nosso cérebro algo conhecido como viés de negatividade – que é a nossa capacidade de prestar atenção e focar muito mais nas coisas negativas do que nas positivas.

Inicialmente feito pelos nossos antepassados, o viés de negatividade era uma forma de despertar o instinto de sobrevivência, responsável por mantê-los vivos e alerta a qualquer sinal de perigo.

Quando reclamamos estamos enviando ao nosso cérebro a informação que reativa esses neurônios responsáveis por esse viés, lançando na nossa corrente sanguínea o hormônio: Cortisol. Responsável por nos manter alerta em situações de perigo e também maior responsável pelo stress.

Mas a verdade é que, quanto mais esse comportamento é replicado com frequência, mais estamos expostos a problemas de saúde como a queda do nosso sistema imunológico, risco de doenças de Alzheimer, cardiovasculares, e o mais comum na nossa sociedade: Ansiedade e depressão.

Temos isso incorporado na nossa cultura, na forma como agimos, como nos relacionamos com as pessoas, no ambiente de trabalho e muitos outros. E esse excesso de incômodos, podem surgir de diversos motivos, seja devido há horas de trânsito mal organizado, corrupção, uma burocracia sem fim às vezes para realizar tarefas simples, economia em crise, a falta de segurança nas ruas e muitas outras coisas que nos incentivam ao ato de reclamar.

Mas qual o problema em reclamar?

Nenhum. A verdade é que reclamar, não é um problema, afinal seria impossível viver um vida completamente isenta de reclamações, ainda mais pelos fatores que citei acima. O problema acontece quando você percebe que ‘perdeu a mão’.

Quando começamos a reclamar sem se quer nos darmos conta do por que fazemos, destilando pequenos comentários negativos sobre quase tudo: O clima, a demora em uma fila, a demora de atendimento, etc.

Você deve estar pensando: Ah! mas eu não reclamo, eu só comento. Mas a verdade é que você reclama, sim! Muitas vezes sem nem perceber. Se ainda assim, vc se fizer uma auto-critica e concluir que não é reclamar, volte ao primeiro parágrafo desse texto.

Por que reclamar está te impedindo de ser feliz?

Uma pesquisa feita recentemente mostrou que 95% das vezes que estamos insatisfeitos, seja com um produto ou a forma como fomos tratados por alguém, reclamamos com em média 16 pessoas antes de buscar resolver o problema com a empresa responsável ou a pessoa em questão. E isso impacta diretamente a forma como você vive sua vida.

“Quando você enxerga apenas o lado negativo das coisas, você abre mão de ver o lado bom delas também”.

Os nossos pensamentos tem influência direta na criação da nossa realidade. e isso envolve toda a conexão mente e corpo. A mensagem negativa que enviamos ao nosso corpo reflete na forma como agimos, tornando as coisas ao nosso redor negativas e consequentemente mais tristes também.

Você já avaliou qual o benefício de um comentário negativo antes de fazê-lo? Para que você entenda como colocar em prática o ato de parar de reclamar, separei algumas dicas para te ajudar a parar de reclamar para viver de forma mais leve.

Algumas dicas para você parar de reclamar:

  1. Avalie se você não reclama por osmose:
    Você é daquelas pessoas que fazem pequenos comentários negativos a quase tudo ao seu redor. Avalie com atenção. Pois além de ser uma ação à princípio inofensiva, pode ser absolutamente tóxico, influenciando as pessoas ao seu redor a se tornarem mais suscetíveis a reclamar.
  2. Avalie se você reclama por que quer desabafar:
    Faça o exercício de se auto avaliar e perceber quantas vezes por dia você reclama. Quando estiver fazendo isso, reflita qual a solução para o problema do qual eu estou reclamando? existe solução para o problema ou eu estou só chamando a atenção? Às vezes a reclamação vem como forma de suprir uma carência. Afinal, no momento em que você está reclamando você está também, recebendo a atenção de alguém. Entretanto, reclamar por reclamar, também influencia ao próximo, pois você o coloca em uma situação onde a outra pessoa não pode fazer nada para ajudar.
  3. Reclamação sobre coisas que estão fora do controle:
    “esta muito frio”, “esta muito calor”, “Que demora!”. Pense se você tem controle sobre a situação ou se reclamar sobre ela vai ajudar na solução do que está te incomodando. Se não, avalie se vale a pena se irritar ou reclamar apenas por reclamar.

Se você é uma dessas pessoas que reclamam de tudo, ou se você conhece alguém que é assim, não deixe de compartilhar esse conteúdo, pois é momento de repensar nossos hábitos. A fim de buscar ser a melhor versão de nós mesmos sempre, né?

Siga acompanhando o Jornal140 para conteúdos como este e muito mais.

Até a próxima 😉

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Autismo: Tecnologia e senso de comunidade

Como a tecnologia e o senso de comunidade podem ajudar as pessoas com autismo

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Foto: stem.T4L / Unsplash

Não sei se todos me conhecem, portanto, acho legal uma breve apresentação. Me chamo Caio Bogos, tenho 24 anos e estou no último ano de Sistemas de Informação. No começo do 2019, juntamente com alguns amigos, fundei a Puzzle, uma plataforma para ajudar as pessoas que lidam com crianças com autismo. Essa plataforma irá entrar em fase de testes no mês que vem.

No fim do ano passado, juntamente com a Joyce Rocha (a minha sócia na Puzzle), fundamos a iniciativa Autismo Tech. Essa iniciativa busca levantar grupos de discussão, a fim de conversarmos sobre o autismo, tecnologia, design e comunidade.

A partir dessa iniciativa, surgiu a oportunidade de organizarmos o nosso primeiro Meetup. As discussões deste 1º meetup, como não poderia deixar de ser, abrangeram temas como contexto geral sobre o autismo, mercado de trabalho e tecnologia para autistas e design acessível. Esse Meetup ocorreu no dia 05/12/2019, na FIAP Aclimação. Nesse breve artigo, gostaria de focar em três pontos principais: Inclusão, tecnologia e design.

Adaptações Necessárias

Durante todo o planejamento do evento, eu e a Joyce pensamos em formas de adaptar o espaço, a fim de receber o máximo de pessoas possível. Uma das primeiras das nossas iniciativas foi mandar um questionário para as pessoas que se inscreviam no evento. O porquê desse questionário? Bom, ele foi importante para entendermos melhor qual seria o nosso público e quais eram as suas necessidades.

A lição que tiramos disso é: Perguntar não ofende. Somente perguntando é que conseguimos ter uma visão geral do público e, com base nisso, começar a pensar em soluções para tornar o grupo mais inclusivo possível.

O nosso 1º meetup teve um percentual expressivo de inscrições de autistas e pessoas com deficiência. Isso já mostra que a comunidade está ativa e busca discussões sobre o tema.

Aqui vão algumas adaptações que fizemos no evento, a fim de deixá-lo mais inclusivo:

  • Retirada de algumas luzes do ambiente, a fim de não agredir as pessoas com uma sensibilidade maior a luz;
  • Compra de abafadores de ouvido, pensando que algumas pessoas podem se sentir desconfortáveis com os possíveis barulhos do ambiente;
  • Contratação de dois intérpretes de libras;
  • Solicitação que as palmas sejam feitas apenas ao final do evento.

Com essas soluções simples, conseguimos incluir as mais diversas pessoas no evento. Isso mostra que, às vezes, não são necessárias grandes adaptações no espaço. Apenas faça!

Tecnologia e Autismo

Antes de entrar nos aspectos tecnológicos, é importante frisar a necessidade de nos cercar de especialistas no assunto. No meetup tivemos a presença da Dra. Elise Lisboa. Essa participação foi muito importante para contextualizar sobre alguns aspectos do autismo e, principalmente, abrir a nossa cabeça sobre o que é efetivamente o Autismo, quais as formas de diagnóstico e quais as ações a serem tomadas. Toda essa contextualização foi super útil para entrarmos no tema da tecnologia em si.

A tecnologia e como ela pode ajudar a comunidade com autismo, foi um dos aspectos mais importantes deste meetup. É imprescindível destacar as participações do Eraldo Guerra, CEO e fundador da CanGame, um aplicativo focado nas pessoas com autismo. Além disso, durante essas discussões, chegamos a conclusão de que não faz sentido “tecnologia por tecnologia”. O que faz sentido é nós utilizarmos a tecnologia com o propósito de ajudar o máximo de pessoas possível.

É isso que o Eraldo se propõe com a CanGame e é isso que eu e a Joyce propomos com a Puzzle. Sempre é necessário ter o fator humano na jogada!

Design

O último ponto que eu gostaria de destacar deste meetup é a parte do Design acessível. Tivemos uma palestra da excelente Talita Pagani – UX Designer e mestre em ciência da computação. Através dela tivemos um panorama muito interessante sobre como construir interfaces web acessíveis para pessoas com autismo.

Pensar nesses pontos é extremamente essencial. Afinal, vivemos em um mundo cada vez mais conectado e integrado. Pensar em soluções desse tipo, na minha opinião, é um dever das pessoas, pois a internet precisa ser o mais inclusiva possível.

Aqui fica o contato da Talita: http://talitapagani.com/

Fomentar a comunidade

Como disse acima, criamos a AutismoTech para movimentar a comunidade e buscar soluções para as pessoas com autismo. E, já no nosso primeiro meetup, conseguimos um bom resultado.

Para esse ano, estamos planejando a execução de um Hackathon focado em desenvolver soluções para as pessoas com autismo. O diferencial desse Hackathon é a inclusão das próprias pessoas com autismo nos grupos, pois, quem melhor do que o próprio autista para pensar em soluções que irão ajudá-lo? Isso nos lembra da necessidade de colocar o autista no centro! Sempre.

Em breve iremos divulgar mais informações sobre o Hacka. Por ora, podem acessar o site da iniciativa: http://autismotech.com/

Agradecimentos

Bom, essa iniciativa não seria possível sem o apoio de alguns parceiros e amigos. Primeiramente, gostaria de destacar a atuação do Guilherme Estevão, Head da FIAP. Há algum tempo, o Guilherme tem sido essencial para as nossas iniciativas (Puzzle, AutismoTech, etc).

Não poderia deixar de agradecer também os palestrantes que toparam participar desse 1º meetup:

  • Amanda Rabelo e Thaysa Torres – Designers no Comitê Paraolímpico Brasileiro;
  • Dra. Elise Lisboa – Doutora em Psicologia e dedicada ao desenvolvimento humano;
  • Eraldo Guerra – Mestre em Engenharia de Software e fundador da CanGame;
  • Talita Pagani – Especialista de UX e acessibilidade web;

Além disso, não poderia deixar de agradecer muito minha sócia – Joyce Rocha – pela parceria e amizade.

Enfim, vamos juntos construir soluções!

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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