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Análise BITES 1 MIN DE LEITURA

Evo Morales e futebol nas buscas e trending topics do domingo

Anúncio da renuncia a presidência movimenta as redes e os buscadores

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Foto: Kremlin / Public Database

Hoje não foi o dia do Lula nas redes sociais e buscadores. Às 19h22 da noite de domingo, uma das cinco palavras/expressões mais buscadas no Google eram Evo Morales, que anunciou há pouco a renúncia à presidência da Bolívia, após uma semana de intensos protestos por todo o país que resultaram na morte de três pessoas e ferimentos em mais de 300. No Google o nome “Evo Morales” apresentava mais de 20 mil buscas.

Já no trending topics do Twitter Bolivia aparece em primeiro lugar, em um dia dominado pelo noticiário esportivo. Nomes como Rodinei e Arão, do Flamengo, e Muriel , do Fluminense, aparecem logo em seguida.

No Google, a liderança por buscas ainda é ocupada pelo futebol, com Athletico do Paraná em primeiro, seguido de Seleção Brasileira e Manchester United, com Evo Morales em quarto.

Evo Morales tem 60 anos; recentemente reelegeu-se pela 4a vez, após 13 anos no poder e conseguir  reduzir a extrema pobreza na Bolívia de 36,7% para 16,8%, em um pais que vem crescendo a taxas de 5% ao ano, e que tem um PIB de US$ 36,7 bilhões por ano.

Morales é indígena, da tribo uru-aimará e ganhou notoriedade como líder sindical dos cocaleros. Aparece sempre vestido de maneira peculiar e elegante, com roupas desenvolvidas pela estilista Beatriz Cando Patiño, principalmente os suéteres, ou “chompa” como são conhecidos na Bolívia.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Os artigos publicados em nome da Redação 140 são de responsabilidade dos responsáveis por este site de notícias. Entre em contato caso tenha alguma observação em relação às informações aqui contidas.

Análise BITES 9 MIN DE LEITURA

Análise BITES: 2019, o ano de Jair Bolsonaro nas redes sociais

Consultoria BITES traz dados surpreendentes sobre o maior fenômeno digital do Brasil, o presidente da República.

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Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

O Jornal 140 recebeu hoje por Whatsapp o relatório “Tática e Estratégia – O presidente Jair Bolsonaro e as Redes Sociais em 2019”, realizado pela consultoria BITES.

Segundo a BITES, dirigida por Manoel Fernandes, “este relatório tem caráter informativo para os nossos clientes, colaboradores e o público em geral. Os dados foram coletados de fontes públicas e abertas, seguindo a legislação de proteção de privacidade de bens e informações. As decisões tomadas são de total e única responsabilidade do destinatário original desse documento, não cabendo a BITES qualquer responsabilidade legal ou financeira”.

O Jornal 140 publica, a seguir e na íntegra, “as análises que refletem o trabalho coletivo e de interpretação contextual que BITES aplica em seus projetos”.

Como na eleição e utilizando o mesmo método analítico, BITES acredita que ao começar o segundo ano da sua administração em 01 de janeiro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro é o favorito para eleição de 2022.

Ao longo dos últimos 12 meses, Bolsonaro manteve a capacidade de impor a sua versão dos fatos sobre temas ou episódios do seu interesse, além de controlar diariamente a narrativa melhor do que os seus adversários. E tudo com a ajuda de um exército virtual que o segue nas redes sociais.

O presidente faz um governo utilizando a mesma dinâmica da campanha. Alimenta os seguidores a partir das suas redes sociais, ataca quem o critica, especialmente a mídia, e trabalha numa frequência de normalidade muito acima da média dos seus antecessores.

Os erros analíticos da oposição em 2018 se repetiram em 2019 com o desejo embutido que tudo poderá ser diferente em 2022. No atual patamar, Bolsonaro ainda está na vantagem.

O presidente sempre foi visto como um fenômeno político passageiro, sem base de sustentação e que ao tomar posse iria perder relevância na Internet em função de posicionamentos polêmicos, como o post do Golden Shower do Carnaval, e repetidas publicações longe da liturgia do cargo com ataques sem filtros contra os adversários.

Essa expectativa não foi confirmada. Nos últimos 12 meses, a base de aliados digitais do presidente cresceu 44%.

Aos perfis oficiais do presidente no Facebook, Twitter, Youtube e Instagram foram incorporados 9,8 milhões de seguidores de janeiro a 19 de dezembro.

Bolsonaro chegará na primeira semana de janeiro com 33 milhões de fãs. No mesmo intervalo, Lula cresceu 36% com o acréscimo de 1,9 milhão de aliados digitais. Hoje o ex-presidente tem 7 milhões. Número próximo dos 8,4 milhões de seguidores do presidente Emmanuel Macron.

Aos que perguntam porque a base de seguidores bolsonaristas continua em expansão, a resposta não pode ser interpretada como resultado de ações intuitivas do presidente. Há tática e estratégia. Modelos testados em 2018 e foram incorporados à dinâmica da gestão em 2019.

A partir de 2014 quando BITES começou a acompanhar Bolsonaro no universo digital, as nossas análises sempre indicaram a existência de um pensamento no então parlamentar de ocupação de território com a força das plataformas de comunicação digitais.

No estudo sobre a marca Bolsonaro, produzido em janeiro de 2019 com o objetivo de mapear o ecossistema de informação que ajudou o presidente na sua campanha eleitoral, identificamos um padrão de ação ainda vivo dentro do governo. A eleição ainda não terminou para os bolsonaristas.

A matriz de ação se baseia em capturar temas que ainda geram indignação na população,especialmente aqueles mais conservadores; transformar a rapidez
de publicações em uma vantagem, mesmo em detrimento da qualidade do conteúdo, e ter notícias como anúncios grátis.

Nesse contexto, como os dados a seguir revelam, os resultados digitais do presidente são comparáveis aos principais líderes mundiais.

Graças ao seu estilo controverso, Bolsonaro amplificou a sua mensagem em escala global e desperta interesse no Google em francês, por exemplo, mais do que a primeira ministra da Alemanha,Angela Merkel.

No Facebook, desde 1 de janeiro, Bolsonaro fez 1.795 posts e alcançou 25,6 milhões de compartilhamentos.

É a ação mais substantiva de um seguidor, quando em um ato de claro apoio ele propaga a mensagem de um perfil para a sua rede de amigos virtuais. Mesmo adversários quando compartilham levam adiante o conteúdo original.

A densidade digital do presidente brasileiro pode ser medida quando comparada aos compartilhamentos também no Facebook obtidos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no mesmo intervalo para os 3.115 posts publicados em sua fanpage: 16,6 milhões.

Em 2019, o compartilhamento médio no Facebook de Bolsonaro foi de 2,7 vezes superior ao de Trump. O americano recupera a vantagem no Twitter. Ele conseguiu em 2019 alcançar a marca de 92 milhões de retuítes (métrica similar aos compartilhamentos do Facebook) contra 12 milhões de RTS nos posts de Bolsonaro.

Numa lista de 13 líderes mundiais, entre os quais o primeiro ministro da Índia, o presidente da Indonésia e Trump, Bolsonaro é o quarto com o maior volume de seguidores nas redes sociais. Esse é o fenômeno de escala global que a oposição e os adversários têm dificuldade em decodificar com modelos de natureza analógica.

A disputa de 2022 ainda é um mapa a ser desenhado, mas entre os nomes já colocados como potenciais concorrentes de Bolsonaro, considerando a densidade de cada um deles dentro do ambiente digital, apenas Luciano Huck, caso se confirme a sua intenção, se apresenta como um adversário com a mesma densidade na Internet.

O apresentador tem 48,5 milhões de de seguidores em seus perfis e sabe fazer uso dessa audiência.

O governador de São Paulo, João Dória, tem 4,7 milhões de fãs nas redes sociais, mas quando se verifica o interesse por seu nome no Google Brasil se descobre que as buscas estão concentradas em cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Hoje, Dória não tem alcance nacional.

O PT e os partidos de esquerda construíram uma militância preparada para as batalhas nas ruas no século 20, Bolsonaro moldou seu exército virtual em conformidade com a política do século 21. Esse continuará sendo seu maior ativo para 2022.

Em 1 de janeiro ao subir a rampa do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro contava com 22,9 milhões de fãs e seguidores em seus perfis oficiais no Twitter, Facebook, Instagram e Youtube.

Em 31 de dezembro, ao descer a rampa para as festas de final de ano, esse ativo chegará a milhões de aliados.

Bolsonaro, no intervalo acima, conquistou 9,8 milhões de seguidores. A sua base cresceu 44% em relação ao número que já formava o seu exército particular em 31 de dezembro de 2018.

O presidente havia produzido até às 18h do dia 19 de dezembro 5.589 posts nos seus perfis. O Twitter foi a rede preferida de Bolsonaro com 47% das publicações. Nos últimos seis meses, as palavras-chave Bolsonaro e Jair Bolsonaro representaram 1% do tráfego do Twitter no Brasil.

O post recordista do presidente em interações (compartilhamentos, curtir e retuítes) saiu no Instagram no dia da posse e conquistou 3,3 milhões de interações (0,46% do total).

A imagem traz o presidente no desfile em carro aberto ao lado da primeira-dama Michele Bolsonaro.

O segundo post desse ranking é do mesmo dia e novamente é uma foto de Bolsonaro ao lado da mulher.

A publicação no Twitter na qual Bolsonaro pergunta o que significa Golden Shower alcançou 229 mil interações e no conjunto foi o 859º post de maior propagação do presidente. O conteúdo original que traz o vídeo do Carnaval que o presidente diz não se sentir confortável só registrou 100 mil interações.

Na frente de Erdogan,Obrador e Trudeau

Na lista de 13 líderes mundiais acompanhados pelo Sistema Analítico BITES, Bolsonaro é o quarto com maior contingente de seguidores nas redes sociais.

Ele está atrás do primeiro ministro da Índia, Narendra Modi (132 milhões), de Donald Trump com 108 milhões de fãs e do presidente da Indonésia, Joko Widodo (51 milhões).

Nesse ranking, Bolsonaro deixa para trás o presidente da Turquia, Recep Erdogan (30 milhões de seguidores), o seu colega mexicano Lopez Obrador (14 milhões) e o primeiro ministro da Canadá, Justin Trudeau (14,7 milhões).

Maior que Greta

Nas citações de outros perfis no Twitter, o volume em torno de Bolsonaro é superior ao de Greta Thunberg. De janeiro até 19 de dezembro foram 19 milhões de posts para a ativista sueca contra 103 milhões sobre o presidente, sendo 90 milhões no Brasil.

Bolsonaro também ganhou de Emannuel Macron (36 milhões de tweets), do primeiro ministro da Índia, Narendra Modi (6,4 milhões), do mexicano Lopez Obrador (8,6 milhões).

Nesse universo o recordista foi Trump com 835 milhões de posts desde 01 de janeiro de 2019. Entre as sete hashtags mais utilizadas em associação com o nome do presidente brasileiro, cinco são de natureza positiva. A de maior frequência foi #Bolsonaro2022.

Alcance global

No confronto no Google mundial, Bolsonaro também abriu vantagem sobre Greta. Numa escala de 0 a 100, a média de interesse sobre Bolsonaro ficou em 14 contra 8 para a sueca.

Além do Brasil, os países mais interessados no presidente foram Argentina, Portugal, Peru e Colômbia. A busca que despertou mais curiosidade ocorreu em torno da polêmica de Bolsonaro e Brigitte Macron.

Os usuários americanos de Internet, por exemplo, estão mais interessados no presidente brasileiro (380 mil buscas mensais, considerando a média dos últimos 12 meses) do que no vizinho Lopez Obrador (194 mil), Angela Merkel (131 mil) e Narenda Modi (221 mil).

Bolsonaro só perde para Macron (493 mil buscas), Putin (734 mil) e Trump com 58 milhões de consultas.

No Google em francês, Bolsonaro (223 mil consultas mensais) supera Putin (73 mil), Merkel (155 mil), Obrador (7.700) e perde para Macron (5 milhões) e Trump (2,1 milhões).

Na versão brasileira do serviços de buscas, Bolsonaro é alvo de 17 milhões de consultas mensais contra 1,2 milhão de Trump, 392 mil de Macron, 133 mil de Putin e 40 mil de Merkel.

A força dos compartilhamentos

No total, os conteúdos de Bolsonaro alcançaram 724 milhões de interações nas plataformas digitais já citadas de janeiro a 19 de dezembro.

O presidente da França, Emmanuel Macron, o desafeto internacional do ano do presidente, registrou 10,8 milhões de interações no mesmo período.

Apenas no Facebook, Bolsonaro registrou 23,3 milhões de compartilhamentos
nos posts publicados na sua fanpage contra 16 milhões registrados por Donald Trump desde 01 de janeiro desse ano.

Agenda econômica

Nos temas abordados em seus posicionamentos digitais, Bolsonaro preferiu falar sobre Economia, posts com autoreferências (eu ou Bolsonaro vai fazer, utilizando a terceira pessoa), agenda internacional (viagens ou referências a chefes de estado, especialmente aliados como Trump), Mídia, Segurança e Educação.

Na oposição, o PT foi a legenda mais citada pelo presidente. E as palavras polícia e policiais apareceram mais vezes que alunos.

TEMAS MAIS CITADOS POR BOLSONARO EM SEUS POSTS NAS REDES SOCIAIS EM 2019

Tema Quantidade de posts %
Economia 1.902 35%
Autoreferência 868 16%
Segurança 586 11%
Exterior 513 9%
Mídia 425 8%
Educação 296 5%
Congresso 283 5%
Meio Ambiente 218 4%
Deus 177 3%
Corrupção 130 2%
Defesa 127 2%
Ciência 102 2%
Agricultura 94 2%
Exército 77 1%
Estatais 75 1%

A partir desse conjunto de informações, BITES conseguiu aferir quais os ministros mais prestigiados pelo presidente Bolsonaro.

No total de posts, o mais citado em 94 oportunidades foi Tarcísio de Freitas, ministro da Infraestrutura.

O segundo lugar ficou com Sérgio Moro com 92 menções diretas, seguido de Paulo Guedes (68).

QUEM MAIS BOLSONARO CITOU EM SEUS POSTS NAS REDES SOCIAIS

Perfil Ministério Citações
Tarcísio de Freitas Ministério da Infraestrutura 94
Sergio Moro Ministério da Justiça 92
Paulo Guedes Ministério da Economia 68
Tereza Cristina Ministério da Agricultura 44
Ernesto Araújo Itamaraty 42
Damares Alves Ministério da Mulher 36
Marcos Pontes Ministério da Ciência e Tecnologia 35
Ricardo Salles Ministério do Meio Ambiente 28
Osmar Terra Ministério da Cidadania 9

No conjunto de RTs no Twitter, quando o presidente utilizou a sua conta para amplificar os posts de outro perfil, o filho Carlos Bolsonaro foi o mais reproduzido. Bolsonaro fez 34 RT’sem posts do Zero 2 e 21 em textos do Zero 3 (Eduardo Bolsonaro). Os dois ministros que mais se aproximaram foram Tarcísio de Freitas (27 RT’s) e Sergio Moro (24).

 

QUEM MAIS GANHOU RETUÍTES DE BOLSONARO EM 2019

Perfil Ministério RTs
Carlos Bolsonaro Filho 34
Tarcísio de Freitas Infraestrutura 27
Sérgio Moro Justiça 24
Eduardo Bolsonaro Filho 21
Planalto Palácio do Planalto 21
Abraham Weintraub Educação 10
Exército Oficial Exército 8
República de Curitiba Site bolsonarista 7
Damares Alves Mulher 5
*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Análise BITES 2 MIN DE LEITURA

Bites exclusivo: Lula pode ser candidato em 2022? Veja o que as ruas digitais querem saber

Equipe de análise da BITES, mostra como as quatro forças de apoio ao presidente Jair Bolsonaro estão se reagrupando para enfrentar o PT nas eleições presidenciais de 2022

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Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

A equipe do Jornal 140 publica a integra da analise da BITES enviada hoje à noite por Whatsapp para uma lista reservada dos clientes da consultoria. Veja a seguir.Em abril do ano passado, quando BITES indicou, a partir dos dados digitais, que o segundo turno da eleição ocorreria entre o então candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e um nome do PT a ser indicado por Lula, foram identificados quatro forças de apoio ao atual presidente da República.

Esse contingente era formado por eleitores preocupados com questões de violência e segurança, outros focados na pauta de costumes, aqueles que apostavam na agenda econômica de Paulo Guedes e, por último, os antipetistas.

Logo nos primeiros meses de administração Bolsonaro, os dois primeiros continuaram ao seu lado. Os apoiadores de Guedes entraram em silêncio na espera da aprovação das reformas e os antipetistas acreditavam que tinham cumprido a sua missão.

Hoje, após a saída do ex-presidente Lula da prisão, as quatros forças estão se reagrupando em torno do mesmo objetivo: enfrentar o PT e Lula. O estoque de votos contra os petistas em 2018, materializados em diversas perspectivas de ressentimento, ainda continua muito expressivo.

Logo após o anúncio do STF sobre a prisão em 2ª instância, as buscas no Google Brasil para a palavra-chave “2022” sofreram um aumento expressivo.

E o tema mais procurado envolve detalhes sobre a “lei da ficha limpa”, que proíbe candidaturas de quem foi condenado em duas instâncias. O eleitorado de Lula e os seus críticos querem saber se ele poderá ser o nome da oposição em 2022 contra uma possível reeleição de Bolsonaro.

Os estados nordestinos estão entre aqueles que mais buscam por esse tipo de informação. Uma das principais perguntas ao Google é: “Lula pode se candidatar em 2022?” O interesse nessa expressão cresceu 2.100% nas 2.100%.

No Twitter, entre 8 milhões de post publicados em português até às 19h30 de hoje, Lula aparece em 1,6 milhão. O melhor resultado desde para o ex-presidente nos últimos 12 meses.

E quando combinado com 2022, candidato e eleição o ex-presidente apareceu em 18.487 posts nesse contexto.

Há um significado nessa diferença entre Twitter e o Google. Como o serviço de buscas registra maior volume de consultas, a tendência mostra que muitos eleitores ainda não sabem com certeza se Lula será candidato em 2022.

O histórico de dados do Sistema BITES ao longo de 2018 mostra que Bolsonaro sempre cresceu em número de fãs e seguidores nas redes sociais quando a ameaça de Lula era mais constante.

As curvas do algoritmo de tração da BITES, utilizado para medir a capacidade de um agente criar movimentações dentro da sua rede digital, de Lula e Bolsonaro sempre foram semelhantes. Um crescia em função do outro.

Mas, o presidente da República tem maior vantagem sobre o ex-presidente.

Hoje, Bolsonaro tem 32,2 milhões de aliados digitais nas suas contas oficiais no Facebook, Twiter, Youtube e Instagram contra 6,2 milhões de Lula.

Nos últimos sete dias, Bolsonaro aumentou essa base em 129 mil perfis contra 81.696 de Lula, sendo que 67 mil foram acrescentados nas últimas 24 horas.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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