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Literatura 4 MIN DE LEITURA

Dia da criatividade: 5 livros para te ajudar nesse processo

Sabia que dia 17 de novembro é comemorado o dia da criatividade? Se você está precisando de uma forcinha com a criatividade, confira a lista com 5 livros.

Êrica Blanc

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Foto: Êrica Blanc

Atualmente, tem dia para tudo, né? Dia das mães, dia dos pais, dos namorados, da gratidão, da coragem e até da criatividade. Isso mesmo, dia 17 de novembro é Dia da criatividade, essa coisinha que a gente corre tanto atrás. Sempre ficamos naquela de: criatividade é algo que nasce com a gente ou que a gente desenvolve? E como faz quando tiver bloqueio criativo? Como posso estar sempre com a criatividade em alta? Essa última pergunta, a resposta é bem simples, inclusive: só com milagre mesmo.

Como criadora de conteúdo, jornalista e empreendedora, eu estou sempre numa briga extrema com a minha criatividade. Apesar de saber que nem todo dia estamos inspirados ao extremo. E que tudo bem não estar 100% sempre, fico sempre atrás de coisas que podem estimular e melhorar a minha relação com a bendita. Sendo assim, se você faz parte do meu time de loucos em busca da criatividade, esses livros vão te ajudar bastante. Além de responder todas essas dúvidas aí de cima.

Roube como um artista – Austin Kleon

Sinopse: Verdadeiro manifesto ilustrado de como ser criativo na era digital. Roube como um artista, do designer e escritor Austin Kleon, ganhou a lista dos mais vendidos do The New York Times e figurou no ranking de 2012 da rede Amazon. Pois,  mostra – com bom humor, ousadia e simplicidade – que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York, que em pouco tempo se viralizou na internet, Roube como um artista coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico. Sendo assim, é um verdadeiro manual para o sucesso no século XXI. (Skoob)

Mostre seu trabalho – Austin Kleon

Sinopse: Depois de Roube como um artista, um manifesto irreverente e repleto de dicas bem-humoradas para ativar o potencial criativo, e Roube como um artista: o diário, o escritor e artista gráfico Austin Kleon ensina ao leitor como compartilhar sua criatividade e tornar seu trabalho conhecido na era digital. Sendo assim, dividido em 10 capítulos com regras transformadoras e objetivas, citações, exemplos práticos e ilustrações bem-humoradas, Mostre seu trabalho! derruba de vez o mito do “gênio solitário” ao propor atitudes que valorizam o compartilhamento de ideias durante o processo criativo sem medo de ser “roubado”. Para Kleon, a generosidade supera a genialidade no mundo atual, e a capacidade de estar acessível e de saber usar as redes sociais de maneira produtiva, de forma a criar interesse e curiosidade em torno de seus projetos, é mais efetiva para tornar seu trabalho conhecido e relevante do que o desgastado “networking”. (Skoob)

Tem resenha dos dois livros do Austin! Clica aqui para ler.

O caminho do artista – Julia Cameron

Sinopse: O caminho do artista reúne uma série de exercícios, reflexões e ferramentas para ajudar você a despertar sua criatividade. Além de recuperar a autoconfiança e se livrar dos bloqueios criativos. Organizadas num programa de 12 semanas, essas técnicas vão guiá-lo por uma viagem de autodescoberta. Ou seja, ajudando-o a enfrentar seus medos, crenças e inseguranças – os maiores obstáculos para quem deseja expressar qualquer forma de arte. Ou seja, este livro desmistifica a ideia de que o processo criativo precisa ser sofrido e extenuante, embora ele requeira uma boa dose de persistência e prática. Com este método, você vai aprender a abandonar as desculpas que o impedem de transformar suas ideias em realidade. Você vai descobrir como criar com mais liberdade e menos autocrítica, usando de forma consciente o potencial criativo que estava represado até agora. (Skoob)

333 páginas para tirar seu projeto do papel – Daniel Larusso, Gabriel Gomes, Luciano Braga

Sinopse: Você só descobre de verdade quem é uma pessoa depois que conhece os projetos que ela colocou na rua. Por isso este não é um livro para você ler; é um livro para você fazer. Ou seja, nas páginas escuras, ele te diz como fazer. Nas páginas brancas, você faz se quiser. Aqui você escreve, rabisca, desenha, pergunta, medita, cria, escuta… Da união das mentes e corações dos empreendedores Gab Gomes, Larusso e Luciano Braga nasceu 333 páginas para tirar o seu projeto do papel, um livro que te mostra como planejar e dar vida ao seu projeto, um pouco a cada dia, por meio de provocações, questionamentos e desafios. Deixe para trás aquela sensação de “por onde eu começo”. (Belas Letras)

Sprint – Jake Knapp, John Zeratsky, Braden Kowitts

Sinopse: Como inovar? Por onde começar? Como montar uma boa equipe? Que forma terá uma ideia quando for colocada em prática? São muitas as perguntas que martelam na cabeça de quem precisa tirar ideias do papel, mas já existe um caminho infalível para responder a todas elas rapidamente: o sprint. Afinal, esse é o método criado pelo designer Jake Knapp no período em que ele trabalhava no Google, e que era usado para tudo na empresa. Sprint serve para equipes de todos os tamanhos, de pequenas startups até os maiores conglomerados, e pode ser aplicado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade, problema ou ideia e precise começar a trabalhar já. (Skoob)

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Êrica Blanc é jornalista, criadora do @blogremenor, co-criadora da @amoor.co, apaixonada por contar histórias de amor reais, empreendedora de primeira viagem e louca das listas.

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Literatura 2 MIN DE LEITURA

Maratona Literária: Livros para se ler em 1 dia

Final de ano é sempre uma ótima época para colocar em dia a leitura. Nesse artigo você vai encontrar dicas de alguns livros para ler em 1 dia.

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Foto: Annie Spratt / Unsplash

Final de ano. Sempre aproveito esse período de festas para fazer uma pequena maratona literária. Essa maratona consiste em alguns livros curtos, mas não menos impactantes, onde a leitura pode ser feita em 1 dia – logicamente dependendo de quantas horas a pessoa dedicar para a leitura.

Bom, resolvi listar aqui alguns livros que eu li nos anos anteriores para você aproveitar essa época.

Intermitências da Morte

Esse livro é incrível. Ao longo de menos de 200 páginas, o Saramago nos transporta para uma semi-distopia em que as pessoas simplesmente deixam de morrer. Logicamente, como na maioria das obras desse autor, ele utiliza-se de absurdo para nos fazer refletir sobre algumas questões centrais da sociedade, como, por exemplo, o papel da morte no curso natural da vida.

A Filha Perdida

Esse é um dos melhores livros da Elena Ferrante. Nessa história, uma mulher de cerca de 40 anos vai passar alguns dias na litoral da Itália e, ao longo desses dias, ela começa a ter contato com uma família que também está passando férias no mesmo lugar. Esse é o pano de fundo para um livro que fala sobre a maternidade, culpa e arrependimentos.

O Sol na Cabeça

Esse livro de contos é simplesmente um achado incrível. Trata-se da primeira obra do Geovani Martins. Os contos são um retrato incrível da vida de pessoas comuns nas comunidades do Rio de Janeiro. É incrível e visceral.
Recomendo o conto “Roleta-Russa”.

As Coisas

Outro livro de contos. Já virei fã do Tobias Carvalho desde o primeiro conto desse livro. Trata-se de uma visão muito naturalista e, ao mesmo tempo poética, de pessoas comuns vivendo os seus desejos e dilemas.
Recomendo muito a leitura do conto “Cantiga de Roda”.

O Estrangeiro

Um ode ao niilismo. É assim que eu defino esse livro que é um dos mais famosos do Albert Camus. A falta de esperança e apatia do personagem é simplesmente desesperadora e, ao mesmo tempo, magnética.

A Revolução dos Bichos

Leitura obrigatória para os tempos atuais. Trata-se de uma fábula simples que diz muito sobre os regimes autoritários. Fica a dica: Prestem atenção em quem vocês colocam no poder!

Bom, é isso. Aproveitem o final de ano e boas leituras!

 

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Literatura 4 MIN DE LEITURA

O ano em que disse sim: 5 motivos para ler antes do ano novo

Por que não começamos essa nova década dizendo sim? Sim para tudo que nos aflige.

Êrica Blanc

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Talvez você saiba quem é Shonda Rhimes. Talvez, não. Para que não reste dúvidas, Shonda Rhimes é uma roteirista incrível, criadora de séries como How to get away with murder, Scandal e, a mais famosa, Grey’s Anatomy. Shonda também criou a Shondaland, uma produtora de televisão americana. Tem três filhas e o céu é o limite para ela. Mas, Shonda sofria com a auto sabotagem e negava absolutamente tudo que lhe fosse assustador. Tudo que lhe tirasse da zona de conforto. Tudo mesmo! Entrevistas, eventos, palestras, sessões de foto. Shonda tinha pavor só de pensar. Até que sua irmã mais velha soltou uma frase que doeu mais do que um soco no meio do rosto, “Você nunca diz sim para nada”. Era verdade? Óbvio! Por isso doeu tanto.

Era véspera de virada de ano, praticamente. O ano de 2014 estava batendo na porta e, como uma resolução de ano novo, Shonda prometeu que diria sim para tudo que lhe assustasse. Tudo. E, com essa promessa, ela embarcou em uma jornada de autoconhecimento, novas aventuras e, é claro, a criação de uma Shonda que lhe faz muito mais feliz. O ano em que disse sim é um registro dos “sims” mais importantes e que transformaram a vida dela em um ano. É um livro incrível, que pode transformar sua vida, tanto quanto transformou a dela. Tem resenha completa aqui, mas em 5 itens eu consigo te apresentar motivos básicos e necessários para você ler O ano em que disse sim agora mesmo.

Minorias, sintam-se representados!

Se você considerar que esse livro é escrito por uma mulher negra, provavelmente já sabe que ele vai falar bem diretamente com as minorias sociais. Em um bate-papo de igual para igual, mulheres, nerds, gordos, negros, LGBTQs podem se sentir devidamente representados. Por que Shonda é como nós, curando feridas que a pressão social causou. Shonda é um de nós, que alcançou o outro lado. O lado em que somos livres das pressões e da opinião alheia. E, melhor do que isso, nos ensina e nos pega pela mão, para chegamos lá, junto com ela.

Sim ao não, sim a conversas difíceis

Eu não sei você, mas saber que vou precisar passar por uma conversa difícil me afeta de um jeito absurdo. Esses dias mesmo, precisei encerrar contrato com uns clientes que senti que me destrataram e mesmo sabendo que eu estava no meu direito, minha ansiedade foi ao limite. Parecia que eu tinha levado um soco no estômago e meu corpo estava gelado, suando frio. Shonda não era diferente. Shonda dizia sim para todo mundo, só para não passar pelo processo difícil de dizer não para alguém. Mas, no O ano em que disse sim, ela aprende a dizer sim, ao não. E tudo se transforma. É bem legal acompanhar esse processo dela e entender como precisamos aplicar isso em nossa vida também, sem dor ou sofrimento. E, dependendo da reação da outra pessoa, a gente percebe que na verdade, a pessoa nem merecia o nosso esforço ou amizade.

Pare com a auto sabotagem agora mesmo

Esse é outro ponto que eu me identifico da cabeça aos pés. Por que, sendo bem sincera, a minha pior inimiga, é a minha própria cabeça. Crio monstros, antes de por projetos em prática e desisto sem tirá-los do papel. Ou seja, auto sabotagem é um demônio que preciso matar todos os dias. E percebo que isso não é um problema só meu. Muito provavelmente você aí, que está lendo isso, sabe que é assim e também precisa de um ano para dizer sim e sair dessa de uma vez. Acima de qualquer coisa O ano em que disse sim, começou por que Shonda se sabotava e sua irmã percebeu. Então, durante a leitura, a gente tem a chance de se reavaliar e começar a querer sair desse ciclo horroroso de auto sabotagem.

Sim, para a pessoa mais importante da sua vida: V-O-C-Ê

Você sofre por sempre colocar as outras pessoas em primeiro lugar? Você costuma ajudar os outros antes mesmo de se ajudar? Então, esse livro é para você. Nessa jornada de autoconhecimento da Shonda, a gente consegue entender melhor sobre como ter esse tipo de atitude é prejudicial para todos aqui. Shonda aprende a se pôr em primeiro lugar. Dizer sim a sua saúde. Dizer sim a cuidar do corpo, tanto quanto cuida da mente. A dizer não a coisas que lhe fariam mal. Dizer sim a novas possibilidades. Tudo isso transformou Shonda e lhe fez cada dia mais feliz. Lhe trouxe de volta a vida. Pois, no fundo, O ano em que disse sim é sobre amor. Amor mesmo. Amor por você.

O ano está virando mais uma vez, vamos dizer sim juntos?

Sejamos sinceros, 2019 está no fim. 2020 vem aí. Toda virada de ano pensamos em tudo o que queremos fazer diferente no ano em que está por vir. Tudo o que queremos mudar em nós, para sermos mais felizes. Por que não começamos essa nova década dizendo sim? Sim para tudo que nos aflige. Sim para nos colocarmos em primeiro lugar. Sim para termos responsabilidade emocional com nós mesmos. Sim para uma década mais feliz. Mais cheia de vida. Sim para sair do piloto automático e recuperar a alegria em cada um dos dias que estão por vir. Eu vou embarcar no MEU ano de dizer sim. Você vem comigo?

Conta nos comentários para o que você tem mais medo de dizer sim!

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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