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Exageros e mentiras da paquera

App de relacionamento identifica as mentiras mais utilizadas por homens e mulheres na hora do crush

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Foto: Toimetaja tõlkebüroo / Unsplash

O Jornal 140 recebeu uma uma pesquisa do aplicativo de relacionamento The Inner Circle que procurou identificar quais as “mentiras de mordomo” (aquelas aparentemente inofensivas) são mais utilizadas para chamar a atenção e conquistar likes. Publicamos a seguir o comunicado quase na íntegra.

A pesquisa foi realizada dentro da própria plataforma, com cerca de 3 mil usuários brasileiros, entre 18 e 60 anos. De acordo com o press release, 21,2% dos usuários revelaram mentir por estarem preocupados em não ser o suficiente para chamar a atenção e 25,8% afirmam usar desse artifício com o objetivo de despertar o interesse de pessoas mais atraentes.

A amostragem contou com a participação de 51,7% de homens e 47,8% de mulheres entre as 2.785 pessoas que responderam as questões. Desse percentual, 14,4% disseram que já mentiram dizendo ser mais sociáveis do que realmente são, 13,6% mentiram sobre a idade, diminuindo a idade real, e 13,4% disseram ter um trabalho diferente do que realmente têm.

Os membros do The Inner Circle também foram questionados sobre o que fariam se descobrissem que alguém com quem então saindo mentiu durante a conquista. A grande maioria, 80,8%, afirmam que perdoariam dependendo da mentira, já 18,1% iriam deixar de sair com a pessoa. Ainda segundo o levantamento, 61,2% não perdoariam o fato do crush dizer que não tem filhos e na verdade ter e 38% não perdoariam a mentira de dizer que não é fumante.

41,3% dos participantes disseram que só confessariam a verdade para o crush se o assunto surgisse naturalmente e 21,5% nunca contariam, enquanto apenas 29,2% disseram que contariam a verdade durante o primeiro encontro. Outra constatação é que o namoro que começa virtualmente tem deixado de ser um tabu, pois 64,7% dos usuários que responderam a pesquisa disseram que não mentiriam para amigos e familiares sobre ir a um encontro com alguém que conheceu no aplicativo de relacionamento, e somente 14,4% não contariam. Eles também disseram (76,8%) que falariam a verdade para os amigos e familiares sobre conhecer o (a) parceiro (a) no aplicativo.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.

Os artigos publicados em nome da Redação 140 são de responsabilidade dos responsáveis por este site de notícias. Entre em contato caso tenha alguma observação em relação às informações aqui contidas.

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Vídeo da marca Galinha Pintadinha tem 1 bilhão de visualizações no YouTube

Segundo a própria empresa, vídeo Upa Cavalinho! ultrapassa Annita e Marília Mendonça

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Foto: Divulgação

O vídeo Upa Cavalinho!, da Galinha Pintadinha alcançou 1 bilhão de visualizações no YouTube pela segunda vez em sua história e segundo comunicado envido pela empresa ao Jornal 140 e ultrapassou artistas recordistas nas redes sociais como Annita e Marília Mendonça.

O vídeo segue a linha editorial do canal da marca no YouTube e é direcionado a crianças de até seis anos de idade de todo o mundo. Além das canções e videoclipes, a personagem possui centenas de produtos licenciados desde brinquedos, materiais escolares, até roupas e produtos de higiene baby como fraldas.

“Estamos muito felizes com mais esse recorde da Galinha. Esse é o nosso primeiro vídeo do canal brasileiro da Galinha Pintadinha a bater 1 bilhão de views. O primeiro vídeo a bater esse recorde foi Pollito Amarillito, a versão em espanhol de Pintinho Amarelinho no canal em espanhol. O mais louco é que alcançou essa marca em apenas dois anos. Onde vou, eu escuto pais, vovós e crianças cantarolando a música. É um barato ver que essa composição nova já entrou no repertório infantil. ”, comemora Marcos Luporini, um dos criadores da personagem.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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Brasil: vendas de ecommerce na Black Friday cresceram 32,8% em 2019

Relatório da Social Miner sobre a promoção mais importante do mercado de varejo mostra que o setor movimentou 11,95 bilhões de Reais neste evento.

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Foto: un-perfekt / Pixabay

A Social Miner enviou para o Jornal 140 seu relatório da Black Friday 2019, com foco na performance dos e-commerces e no perfil do público da data. Segundo o comunicado que publicamos quase na íntegra, os dados foram extraídos da sua base, superior a 41 milhões de cadastros, e o material conta ainda com as análises de companhias parceiras.

O estudo revela que o varejo digital faturou R﹩11,95 bilhões em novembro deste ano, representando um crescimento de 32,8% em relação ao mesmo período em 2018. Além disso, quando observada a variação no volume de vendas registradas no segundo semestre de 2019, novembro aparece no topo, com representatividade de 28,29%, sendo seguido por agosto, com 18,74%; setembro, com 18,19%; outubro, com 17,9%; e por fim julho, com 16,88%.

Já a própria sexta-feira da Black Friday representou 20,69% das vendas realizadas em novembro, sendo que a representatividade média dos demais dias deste mês foi de 2,73%. No grande dia do evento, identificou-se que o primeiro pico de vendas aconteceu às 2h da madrugada e se manteve em alta até as 4h. A partir de então as conversões passaram a cair e só voltaram a crescer a partir das 9h, atingindo um novo pico ao meio dia, num volume que se manteve até o início da madrugada para sábado.

A pesquisa revela ainda que, das regiões brasileiras, o Sudeste concentrou o maior tráfego nos e-commerces no último mês, representando 63,74% das visitas aos sites. Em seguida, aparecem as regiões Sul e Nordeste, com 16,08% e 12,26%, respectivamente, enquanto o Centro-oeste, com 5,86%, e o Norte, com 2,06%, foram responsáveis pelos menores índices de tráfego.

Entre as categorias de destaque, o setor de Beleza teve o público dividido entre 86,83% dos consumidores que se declararam como do gênero feminino e 13,17% masculino. Já o segmento de Eletrônicos e Informática teve preferência dos homens, com representatividade de 95,33%, contra apenas 4,67% por mulheres.

O segmento de Multicategoria, por sua vez, registrou maior igualdade na distribuição de volume de vendas entre os gêneros: 54,12% para as mulheres e 45,88% para os homens; enquanto Moda e Acessórios teve 76,33% do público declarado como gênero feminino e 23,67%, masculino.

Apontado como relevante por 47,1% dos respondentes da Pesquisa de “Boca de Urna” para a Black Friday, lançada no final de outubro pela Social Miner e Opinion Box, o “valor do frete” saiu, em novembro de 2019, em média a R﹩ 17,90 para o consumidor, caindo 15,6% em relação ao mesmo período de 2018. Já o ticket médio subiu, com variação de 2,6%, de R﹩ 455,60 em novembro de 2018, para R﹩ 467,30 em 2019

E, se as mulheres tiveram maior representatividade no volume de pedidos realizados em novembro (57,3%), foram os homens os responsáveis por 53,7% dos ganhos alcançados pelo varejo virtual durante o mês, especialmente porque contaram com um ticket médio mais alto, de R﹩531,30, contra R﹩410,00 delas.

O relatório completo da Black Friday 2019 está disponível aqui.

*O Jornal 140 não se responsabiliza pela opinião dos autores deste coletivo.
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